sábado, 24 de janeiro de 2009

Mudanças no tempo e na política

Vem chegando o verão... Ou não? Quando o mês de dezembro se aproxima os comentários sobre o verão, sobre as férias, sobre o litoral freqüentam as mentes com perspectivas sempre positivas, claro. Só que o tempo atualmente está se apresentando bem ao contrário do que as pessoas esperam. O clima típico do sul do Brasil – subtropical - está sofrendo alterações, bem como em muitas outras partes do planeta Terra. Outro clima que está sendo alterado é o da política no Balneário Arroio do Silva. As eleições de outubro mostraram a preferência do povo ao elegerem seus representantes no executivo e no legislativo. Isso tudo foi possível de se constatar já nos primeiros dias do mês de janeiro de 2009.


Quanto ao tempo, quem veio para o Balneário para curtir o espetáculo de fim de ano e esticar um feriado não se deu bem. Desde a madrugada de sexta-feira a chuva interrompeu os banhos de mar, as caminhadas na beira da praia, o banho de sol, o jogo de vôlei, a pelada com os amigos... Resta apenas aproveitar a chuva para ler, assistir filmes, jogar cartas, e comer. Já com relação à política, percebe-se um clima de muita expectativa com a chegada de novas cabeças na administração pública. No dia primeiro tomaram posse prefeito, vice-prefeito e vereadores. No mesmo dia aconteceu a eleição da mesa diretora da câmara de vereadores. Estive presente nas solenidades. Fiz a minha leitura.


Sou veranista do Arroio do Silva há aproximadamente 30 anos. Por isso acompanho a evolução do balneário e do município desde a sua emancipação. Muitas coisas mudaram para melhor, no entanto outras deixam a desejar. Aumenta, a cada ano, a população fixa. No verão, período que estou aqui, tudo continua o mesmo. Sem atrativos, sem brilho, e sem qualquer outra motivação afora o mar, a areia e o sol. Quando estes são prejudicados pelo tempo “ruim”, o que acontece com a população do verão? Será que vai acontecer um milagre no Arroio do Silva? Será que os novos governantes têm acesso direto com as forças da natureza?


Claro que milagres acontecem! Alguns já aconteceram. São pequenos detalhes. Prestem atenção nas fotografias. São belas imagens naturais que acontecem ao longo do tempo com a participação efetiva da população. Prestem atenção nas palavras ditas e sentidas. Como por exemplo, as palavras proferidas pelo atual prefeito, Evandro Scaini, na introdução do seu primeiro discurso, quando agradeceu a todos que acreditaram na proposta de “transparência e verdade” para os próximos quatro anos na administração. Depois quando falou da postura de um líder político, que não precisa utilizar as costas de ninguém para passar de um degrau para outro, e que não precisa mandar, basta saber pedir. E para chegar aos objetivos é preciso de humildade.


O prefeito eleito falou também da importância da união para construir um grande Arroio, e sobre a arte de fazer política, utilizando uma frase de Julio Garcia “A pessoa que não está preparada para usar o conceito de política correto, que não se meta”. O conceito é - Política é a arte de fazer o bem, somente o bem. Chegou ao final do discurso arrancando aplausos da platéia, quando falou do novo horário de funcionamento da prefeitura. Foram momentos de muita positividade e conclamou todos para trabalharem juntos e ajudarem o Arroio do Silva. Foram belas palavras que encantaram a todos os presentes.


Após esta solenidade, aconteceu na câmara de vereadores a eleição da mesa diretora. O resultado já está na boca do povo e também publicado nesta edição. Enquanto acontecia a eleição - o voto foi aberto - lembrei do livro que estou lendo – Utopia de Thomas More – é uma crítica à sociedade humana que se diz estar fundada na união e na compreensão, na política da boa vizinhança e na paz, na justiça e na equidade, no respeito e no acesso ao bem garantido a todos, só que na verdade esta sociedade não passa de um agrupamento de homens que agem com fraudes, desentendimentos, ódios, trapaças, inimizades, guerras, injustiças, desrespeito, exclusão social e outros males que a desintegram e a arruínam. Este livro foi publicado em 1516, na Inglaterra, mas acredito que ainda serve para os nossos tempos, ou não?


Outra coisa que me passou pela cabeça quando terminou a eleição da mesa diretora foi o que o prefeito eleito colocou em seu discurso sobre a arte de fazer política, e me questionei: Fazer política é a arte de fazer o bem pra quem? Será que neste conceito entra a arte fazer o bem para o próprio bolso? Mudanças e leituras à parte, agora quero aproveitar este espaço para agradecer aos queridos leitores que dispuseram um pouco do seu tempo e que acompanharam a minha coluna ao longo de 2008, e desejar para o ano 2009 os sonhos realizados, todas as cores desta vida, todas as alegrias que puder para sorrir, que os amigos sejam ainda mais cúmplices, e que a família esteja sempre unida. Eu gostaria de desejar tantas coisas... Mas desejo apenas que tenham muitos desejos. Desejos Grandes e Profundos e que eles possam lhes mover a cada minuto, ao rumo da Felicidade.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Conheça mais um pouco da cidade Ipira.


Por alunas da 1ª série, turno vespertino: Aline Pedrussi, Jaqueline, Patrícia Dutra e Sarem.
Os trabalhos feitos por alunos do ensino médio tinham o objetivo de lançar um olhar crítico sobre a cidade onde moramos, e foram apresentados na feira do livro (A história infantil como você nunca viu), nos dias 28, 29 e 30 de outubro de 2008.
O primeiro trabalho foi sobre o PORTAL. O portal de Ipira é a referencia do município. Foi construído em 1992, está situado na Av. 15 de Agosto. O PORTAL foi construído com o propósito de embelezar e identificar o município. Ele já passou por quatro transformações até hoje. A nossa opinião é que o trabalho foi bem elaborado, mostrou as etapas da construção do portal, e não teve embolações, foi direto ao ponto.
Foram destacadas em alguns trabalhos as festividades de Ipira: Corridas de gaiolas, Caminhada Sete de setembro. Encontro da mulher, Dia das crianças, Ipicanto, Noite das lanternas, Aniversário de Ipira. Carnaval de reciclagem, Encontro de corais, Festival de dança, Fórum da juventude, Festival de pequenos cantores, Festival de etnias, e o principal que acontece todos os anos, mais voltado para a cultura alemã, o KERB FEST.
O KERB é a marca de Ipira, que teve origem em 1920. É uma tradição que promove a confraternização entre famílias e amigos. O trabalho sobre as festividades de Ipira estava bom, mas poderia ter mais informações.
Ipira também tem muitas atividades econômicas. É o que mostra o trabalho, “economia do município de Ipira”. Entre essas atividades estão: bares restaurantes confecções de roupa e tecido, informática e celulares, salões de beleza, comércio, agropecuária, brinquedos cooperativas, farmácia, mecânica e mercados. Também foi feito uma maquete para se “entender”, melhor a economia do município de Ipira.
Em nossa opinião este trabalho apresentou dados incompletos. Também foi feito uma linha do tempo, das construções em Ipira, como escolas, igrejas, praças, prefeitura, portal... Não conseguimos entender muito bem este trabalho, pois suas datas estavam em desordem, estava enrolado e confuso.
Sobre o cemitério também foram colocados alguns dados. Foi fundado em 1940 e é dividido em dois lados, o direito que é onde os católicos são enterrados e lado esquerdo, reservado aos evangélicos. Esse trabalho estava razoável.
Outro trabalho mostra os dados do sindicato dos trabalhadores rurais. A quantidade de sócios por comunidade. São 20 comunidades totalizando 1970 sócios. Este foi um bom trabalho. Também houve destaque para as agentes de saúde da secretaria municipal que são identificadas as 20 comunidades e suas respectivas agentes. Um trabalho interessante, mas que, se tivessem mais informações poderia ficar melhor.
Foram confeccionadas 8 maquetes, de como os alunos gostariam que fosse a Praça Geraldo Clemente. A maquete que mais chamou a atenção foi a Praça “Hô Linda”(feita pelos alunos: Gilson, Jandir, Sheila, Jaqueline e Josiane).
A História de Ipira apareceu em outro painel. O nome de Ipira originou-se do Tupi-Guarani, que significa I=Água e PIRA= Peixe. Sua fundação oficial foi em 1963. Em 1909, vindos do Rio Grande do Sul da cidade de Monte Negro, vieram os primeiros moradores. O município de Ipira é formado por 19 comunidades, mais a sede. |Têm muitas festividades, datas importantes, lugares magníficos, a mata exuberante, o povo bom e escolas maravilhosas...
Sobre um lugar magnífico da cidade foi apresentado o trabalho sobre a Cascata da usina. São dois rios que formam a cascata. O primeiro vem de Linha Capelinha, e o segundo vem da Linha dos Pintos. O nome cascata da usina foi devido a usina elétrica que havia lá, essa usina gerava eletricidade para Ipira e Piratuba, dirigida pelo senhor Otávio Horn. Hoje ela é um dos pontos turísticos de Ipira. Este trabalho foi bem específico.
Em uma mesa foram apresentadas as rochas e a vegetação que existe em Ipira. Conforme o que foi coletado por nossos colegas e da pesquisa realizada sobre as principais rochas do Brasil, constatou-se que em Ipira as rochas são os BASALTOS.
Observamos que alguns trabalhos chamaram mais atenção do que os outros que apresentam erros nos dados informados. Mesmo assim adquirimos conhecimento sobre a nossa cidade IPIRA. Queremos dar os parabéns aos alunos pelos trabalhos e à professora Raquel Marmentini que se dedicou a incentivar a realização dos trabalhos e a exposição da feira do livro, fazendo com que aumentasse o conhecimento das pessoas que vieram prestigiar o evento em nossa escola.

Redescobrindo a cidade: IPIRA

Por Cassiane Helena Koch - 3ª Série (matutino)

Redescobrindo a cidade, é um projeto criado pela professora Raquel Marmentini; das disciplinas de Geografia e Estudos Regionais e em colaboração com todos os alunos do ensino médio da escola “Carlos Fries”. Os trabalhos realizados foram expostos em uma sala de aula durante a Feira do Livro-2008.
O projeto contou inicialmente com a colaboração da população ipirense, que serviu de fonte ao contarem a história cidade. Foi necessário também pegar algumas idéias do presente e transformá-las em projetos para o futuro, como é o caso das maquetes que foram montadas visando uma nova representação da nossa praçinha localizada nas proximidades da escola e de uma ponte que liga o município à comunidades rurais. Além de informações e entretenimento, mostra o esforço, a curiosidade e as idéias que os jovens munícipes têm em relação à sua cidade.
Após a conclusão, exposição e apresentação dos trabalhos realizados no decorrer do ano, percebem-se a grandiosidade de dados coletados, processados e, como fruto disso, a construção de painéis nos mostra toda a história e o processo de desenvolvimento de IPIRA. Desde a construção do portal – em forma de projeto para o futuro – até os retratos de aspectos da economia, educação, saúde e promoção social, mostram o brilhante projeto que neste ano foi realizado.
Também contamos com a colaboração do Engenheiro Agrônomo: Gerson Ivanir Schranck, que montou uma belíssima apresentação em slides sobre a produção econômica do município que se encaixou perfeitamente no objetivo do projeto.
Minha proposta inicial foi participar do grupo dos matemáticos e analistas de dados no qual permaneceu o ano todo onde poderia mostrar números, construir gráficos, buscar informações e socialização com a comunidade e, também tinha como desafio tentar trazer a vida do campo neste projeto. Mas por falta de condições, de deslocamento isso não foi possível.
Desenvolvi ao longo do ano um projeto relacionado ao cemitério, onde foram apresentados números, nomes de todos os que estão enterrados no cemitério municipal na localidade de Linha dos Pintos. Também criados gráficos com um programa de cálculos no computador e, alem disso, consegui junto à prefeitura uma planta do cemitério. .
Em algumas coisas deixamos, ou melhor, deixei a desejar, quem sabe se eu tivesse investido mais em dados e em apresentações, poderia ter apresentado um projeto mais completo. Mas enfim, não posso passar o texto inteiro me justificando, porque agora as justificativas devem sim, ser postas em pratica em outros projetos, mas não digo tentar justificar novamente, mas corrigir os erros e melhorar nos acertos.
Professora Raquel o projeto que você desenvolveu é maravilhoso e por isso você não pode parar com ele. No próximo ano, você deve dar continuidade ao REDESCOBRINDO A CIDADE, e acrescente ao título REDESCOBRINDO A CIDADE: A CIDADE DO CAMPO. Em minha opinião, é um ótimo título, que vai mostrar realmente a construção, o desenvolvimento, e a atual situação, já que a renda do município é basicamente toda do meio rural. É apenas uma sugestão do que eu defendo, mas se a professora resolver fazer sobre outro setor vai em frente, porque também vai sair um excelente trabalho.

Não posso deixar de comentar sobre esta excelente aluna. A Cassiane realmente se engajou na proposta de realização deste projeto. Ela se interessava em buscar informações, criava alternativas, e ainda, contribuiu para trazer a público um vídeo maravilhoso que identifica toda produção econômica do município. Na sexta-feira, dia 05/12/2008, Cassiane, juntamente com seus colegas, receberam o certificado de conclusão do ensino médio. Seu futuro é muito promissor, Cassiane. Tenho certeza que ainda vou ouvir excelentes notícias sobre a sua vida profissional. Parabéns! Você é uma pessoa linda, generosa, inteligente, dinâmica, e merece o que a vida tem de melhor para oferecer. Sucesso!

Análise Crítica do Projeto Redescobrindo a Cidade


Por Caroline Pedroso Horn - Série: 1ª II
O projeto “Redescobrindo a cidade” teve início no começo do ano letivo de 2008, sob a coordenação da Professora de geografia e estudos regionais Raquel Marmentini, com os alunos do ensino médio do período diurno da Escola Básica Carlos Fries de Ipira.
Seu objetivo inicialmente, era fazer com que os alunos passassem a conhecer melhor a cidade onde vivem, procurando saber mais sobre seus pontos turísticos, festas, sua história, sobre os recursos naturais e as atividades econômicas, uma vez que para conhecer o mundo que nos é ensinado na escola, primeiro é necessário que tenhamos real consciência do que acontece ao nosso redor - nossa cidade.
Partindo desse pressuposto, e algumas idéias já construídas pelos próprios alunos, o projeto foi elaborado em sua parte teórica e depois dividido entre as turmas participantes do projeto. Por um grande período do ano letivo, os alunos foram liberados para as saídas a campo, e agiram da maneira que mais lhes fosse conveniente. Buscaram as informações necessárias para a construção do trabalho, de modo a tornar-se mais fácil a exposição do material coletado em suas pesquisas. Então, finalmente, nos dias 28, 29 e 30 de outubro esses resultados foram expostos em uma sala própria na XIV feira do livro da Escola Carlos Fries.

Os trabalhos foram apresentados de diversas formas: em maquetes, em painéis e em vídeos que foram exibidos em um telão. Já diz o velho clichê “Se muito vale o que já foi feito, muito mais valerá o que se fará”.

O Projeto Redescobrindo a cidade foi iniciado este ano. Nós demos o primeiro passo, cabe a nós e aos que nos sucederem dar continuidade ao trabalho e continuar divulgando-o, para mostrar as potencialidades do nosso município, para não deixá-lo abandonado. Esta é uma bela maneira de conhecê-lo melhor e poder mostrá-lo a todos, além de propor pequenas mudanças necessárias - que podem evoluir, e no final se tornar de grande importância para que a nossa cidade cresça e se desenvolva para gerar cada vez mais, bons frutos aos seus filhos.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Análise Crítica do Projeto Redescobrindo a Cidade.

Por Beatriz Fabiana Mossmann: Aluna da 2ª série do ensino médio - matutino.


Desde o início do ano, os alunos do ensino médio vêm realizando um projeto que visa ampliar conhecimentos sobre nosso município. Colocamos em prática a idéia de reunir todos os aspectos com um único propósito: redescobrir a cidade de Ipira!
Os trabalhos compreenderam uma análise geral do município. Pesquisamos as principais características, utilizando-nos da geografia da cidade, da cultura, da fundação de estabelecimentos e projetos até hoje realizados e principalmente, comparando com as histórias e depoimentos de pessoas que viveram desde o início da colonização, até os dias mais recentes. As conversas com as pessoas mais velhas foram muito gratificantes. É de suma importância ouvir os moradores mais antigos que podem contribuir, debatendo e dando opinião crítica sobre os conflitos gerados entre as idéias, contaram fatos e acontecimentos verídicos, e pessoais do passado, tal conteúdo não citado na história oficial de Ipira.
E na sala de exposição pudemos apreciar um pouco dos trabalhos desenvolvidos. Várias maquetes foram construídas, onde a opinião em relação à cidade foi expressa, com projeções dos locais observados e com opiniões de melhorias. Também foi feita uma pesquisa sobre a geologia local, sobre a vegetação que é bastante ampla e variada. Nós, entrevistadores, relatamos a vida de dona Arnalda Ritter e seu Edgar Wolfarth, que fizeram parte da construção de nosso município. Essas histórias foram expostas em slides, acompanhando fotos e gravações feita na casa dos entrevistados. Foi um aprendizado extraordinário e divertido, pois realizar um trabalho onde existe um contato pessoal com a história, de forma viva, é muito mais emocionante que contar fatos com leituras, superficialidades ou de depoimentos de pessoas que não viveram na época.
Ipira pode ser considerada uma cidade rural, desde o principio. Quanto ao turismo, em atrativo natural no perímetro urbano, há a cascata da usina. Sou moradora aqui desde que nasci, e me orgulho disso. Achei esse trabalho muito proveitoso, pois despertou nossa curiosidade sobre nossa cidade e contribuiu para um conhecimento mais aprofundado, o que já sabíamos, e no descobrimento de coisas novas.

Análise Crítica do Projeto Redescobrindo a Cidade.

Por Angélica K. Borsatti - aluna da 2ª série do ensino médio - matutino.
No início do ano letivo de 2008, nós alunos do ensino médio, juntamente com a professora Raquel Marmentini, iniciamos o Projeto Redescobrindo a Cidade de Ipira. Com o intuito de conhecer mais sobre o município onde moramos, iniciamos o projeto com muita vontade de alcançar nossos objetivos, que eram muitos, em vários aspectos. Conhecer a fauna e a flora, as histórias contadas pelas pessoas idosas, que viram o município se desenvolver, a vegetação nativa, a geologia... Além de obtermos mais conhecimento, também estaríamos expondo os trabalhos aos ipirenses e aos visitantes em uma exposição.
Todos os trabalhos foram concluídos para serem expostos na Feira do Livro. Ficou lindo!!! As maquetes, as histórias - do Portal, do município, do Kerb-, o acontecimento das festividades típicas, a economia-tanto urbana quanto rural, o sindicato dos trabalhadores rurais, a secretaria municipal de saúde, o potencial turístico, e a história da cascata da usina - que nem eu sabia que antigamente existia uma pequena usina na cascata. O projeto “Anjos da Praça” ficou bem legal, as maquetes ficaram bem realistas e os alunos soltaram a imaginação na confecção das mesmas.
No meu ponto de vista, a organização estava nota dez, tudo ajeitado e organizado para receber os visitantes. Adorei os vídeos, as apresentações em PowerPoint - sinônimo de elegância. Com certeza há pontos positivos, e novas idéias já surgiram em relação ao projeto, por exemplo, identificação nas maquetes expostos, - “Matematizando um cemitério”, e nas sugestões que idealizavam a praça Geraldo Clemente Dieckmann. E para uma nova oportunidade fica a idéia de dar mais vida à cascata da usina que está abandonada, esquecida.
De modo geral, talvez eu pudesse ter me dedicado mais ao trabalho, ou talvez se eu tivesse escolhido outra tarefa, talvez pudesse ter pesquisado mais, buscado idéias, mas até então fiz o que estava ao meu alcance. E a todos nós “Parabéns” pelo belíssimo trabalho realizado e que possamos continuá-lo no ano que vem!!!

Com vocês mais um projeto realizado por alunos da EEB Carlos Fries.

“Carlos Fries nas fórmulas matemáticas” projeto classificado e recebeu troféu destaque na XXIV FEIRA CATARINENSE DE MATEMÁTICA

O projeto da EEB Carlos Fries de Ipira participou da feira regional de matemática em Itá, realizada no dia 26 de setembro com o projeto
“Carlos Fries nas fórmulas matemáticas”.

“Carlos Fries nas fórmulas matemáticas” é um projeto realizado por alunos do ensino médio que se baseou na própria escola como instrumento de ensino aprendizagem. Dentre os 40 projetos apresentados na etapa regional em Itá, no dia 26 de setembro, classificou-se entre os 10 melhores para a Feira Catarinense, que se realizou em São José, nos dias 4 e 5 de novembro, e recebeu o troféu DESTAQUE.
Os alunos principiaram o trabalho com dados históricos da escola, e logo em seguida desenvolveram cálculos para demonstrar a área do terreno e a área construída e, para finalizar, os alunos produziram questões, através de dados da escola envolvendo os conteúdos estudados.
Todos os trabalhos de cálculos foram orientados pelo professor Ilgo de Borba e, nas feiras o projeto foi apresentado pelas alunas Luana Nied e Diana Paula Ferreira, estudantes da 3ª série I.


Merecem aplausos e agradecimentos por representarem tão bem a nossa escola. Valeu e muito obrigada por mais este troféu Destaque!

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...