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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Quem é o professor? Vamos refletir.

         Eu do lado de cá da tela do computador, professora que sou,  participo de cursos de formação continuada e palestras, com o objetivo de adequar-me a atual situação e continuar levando aos estudantes, o conhecimento que compete ao componente curricular geografia, inserido na área das ciências humanas. Consciente de que o meu compromisso com a educação básica vai além de só conteúdos relacionados à geografia. Existe um mundo material e um mundo abstrato. Um mundo tátil e um mundo de imaginação.

Há exatamente cinco meses atrás, encerrávamos as atividades presenciais nas escolas. Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo, nem tão pouco o que estaria por vir. Foram quinze dias de total isolamento escolar. Cada um na sua casa: alunos, professores e demais profissionais da educação. Nos primeiros dias, todos se comunicavam entre si pelo whats. Grupos se divertiam compartilhando piadinhas. Outros nos grupos, compartilhavam as atividades cotidianas, de quem está confinado em casa sem autorização para sair. Sim, nesses primeiros dias parecia que estávamos entrando em estado de sítio. Carros de som, em alto e bom tom, passavam pelas ruas com uma pessoa falando para todos permanecerem em casa, que não deveriam sair de dentro de suas casas pois “o vírus estava chegando e se alastrando velozmente”.  

Passados os primeiros quinze dias de impacto, novas orientações chegaram aos envolvidos na educação básica do nosso Estado. Professores foram acionados e convocados a participarem de uma formação não presencial para entender como seriam as aulas a partir do dia 06 de abril. Na primeira semana de abril tivemos cursos para aprendermos a lidar com as ferramentas disponibilizadas pela Secretaria de Estado. A participação dos professores foi em massa. As aulas eram lotadas. Todos comprometidos em proporcionar ao estudante a continuidade das aulas presenciais em um ambiente virtual.

Foi surpreendente a organização por parte da Secretaria de Educação. Na primeira semana mesmo, durante o período de estudo dos professores, nos foi informado que já estava criando nossos emails institucionais, e também as nossas salas aulas virtuais com todos nossos alunos. Sendo que os alunos também receberam um email institucional. Tudo foi criado a partir da matrícula de cada um, tanto de professor, quanto de aluno. Eu particularmente, vibrei com tudo isso. Tudo foi muito bem orquestrado, tendo como maestro nosso secretário de educação. O curso de formação continuada prosseguiu até dia 15 de maio, totalizando 40hs.

Desde o dia 17 de março, foram muitas adequações. No início era atividade que não acabava mais. Tanto para professores quanto para alunos. Todos estavam exaustos. Dias e dias a fio, escrevendo e reescrevendo planos de aula, preenchendo tabelas, realizando atividades para alunos, corrigindo, lançando notas, sistemas sendo adequados. Passados cinco meses, tudo parece estar mais tranquilo. Certamente a visão do mundo da educação também sofreu várias mudanças. A visão do nosso mundo quadrado, as quatro paredes da sala de aula, não pode mais ser vista sob a mesma perspectiva e com o mesmo ângulo de alcance.

Estar atuando como professora de geografia, componente curricular que amplia horizontes, que oferece uma percepção do planeta Terra, desde a sua concepção a 13,7 bilhões de anos e toda sua transformação física, bem como, todas as transformações que ocorreram nas civilizações e povos do mundo, o meu contentamento maior é vivenciar toda essa revolução na educação básica. Além disso, por ter especialização em mídias na educação, estar inserida nesse movimento é uma forma de expandir a experiência com as mídias e enriquecer o conteúdo que será disponibilizado aos estudantes.

Do mestrado em educação, com a pesquisa que objetivou investigar a distribuição das bolsas do Prouni para estudantes que tem por alternativa o ingresso no ensino superior, este momento é realmente uma vivencia única, necessária talvez, para que possa resultar em grandes mudanças no cenário educacional catarinense e brasileiro.

E a sociedade em geral percebe a profissão professor da mesma maneira? Ou mudou consideravelmente? Essa mudança inesperada no método de ensino, oportunizou reflexões dos alunos junto de seus familiares? Será que o professor agora vai ter mais importância para a vida dos estudantes e de toda a sociedade catarinense? Convido todos a refletir sobre essa questão: Quem é o professor? O que ele representa para a formação e evolução intelectual das nossas crianças?

Quem é o novo estudante?

         Dia 11 de agosto, dia do estudante. Quem é estudante? Todos somos. O que significa estudar? Estudar é a estrada que percorremos todos os dias. No caminho podemos encontrar a chave das grandes oportunidades, depende das decisões, escolhas e atitudes de cada um. Todos seres humanos são afetados pelo conhecimento. Por isso, conhecimento é poder. Conhecimento é a liberdade de poder escolher o melhor de si para viver melhor.  Poder de decidir ser o que quer SER.

Neste período, de parada obrigatória, podemos nos deixar levar por diversos pensamentos e emoções. Cada um sabe o que passa dentro, e nosso universo interior é imenso. Fazemos parte do todo e somos um universo de tudo. Então quando nossos olhos nos permitirem perceber as cores do dia, aproveitemos.

Olhemos perto, olhemos ao longe. Identifiquemos os movimentos. Entremos no movimento. O movimento acontece em todo lugar, do menor ao maior. Os espaços se completam e se complementam. Nada está vazio. Então sente o pulsar do seu coração. É dali que vem o amor e a gratidão.

Depois da investigação do movimento, de fora e de dentro, olhemos para o alto. O céu nos dá a noção de infinitude e de ilimitação. Sentimos a alma. Deixemos fluir. Entremos na quietude do SER. E mais uma vez, agradecemos. Isso é viver. Vamos deixar fluir tudo o que brota no coração, que é a fonte do amor criador.

Eu fiz minhas escolhas. Primeiramente fui e sou sou estudante permanente. Escolhi ser professora. Também sou escritora, poetisa, pesquisadora e admiradora de terapias que promovem a saúde integral. Possuo o gosto de aprender e ensinar. Acredito que a educação consciente e integral do ser humano é o caminho para um mundo melhor.

Busco o auto conhecimento e o auto desenvolvimento em leituras, cursos, treinamentos, técnicas e práticas diárias para viver alegremente e com disposição física. Eu escolhi viver a minha essência e passei a acreditar ainda mais na força do meu propósito de vida.

Aprimorei a conexão, agucei minha sensibilidade e melhorei a minha vida. Dei mais atenção ao meu corpo físico, com auto cuidado e auto amor. Consegui harmonizar minhas emoções, e por consequências as relações interpessoais. Eu ativei em mim, o poder de criar uma nova realidade, saudável e próspera.

Por tudo de bom que aconteceu comigo, reconheço na palavra gratidão a minha missão de vida, por isso ofereço meus talentos e qualidades - criatividade, comunicação, sensibilidade, intuição, amorosidade - intencionando contribuir para melhorar a vida de muitas outras pessoas.

Convido a todos, deixemos fluir o amor incondicional, que pode ajudar o outro e pode abrir novos caminhos de alegria, paz e fraternidade. Um novo mundo está disponível. Sejamos novos estudantes também.


segunda-feira, 13 de julho de 2020

Um talento: escrever

Por que o conhecimento ninguém tira de ninguém, mas pode e deve ser compartilhado. Gratidão vem de dentro, independente do que está fora, e independente do que o outro pensa ou sente por nós. Que a luz divina seja o meu farol e que esteja traduzida em forma de livro, para quem tiver discernimento de aceitar com a humildade da Alma. Eu sou o eu sou.
Raquel Marmentini 13/07/2020




terça-feira, 24 de março de 2020

AS CARACTERÍSTICAS DO FEMINICÍDIO E AS LEIS



Dando sequência ao tema sobre a violência contra as mulheres do grupo de alunos, Ana Ketlyn, Eduarda Beatriz, Juliana Karina, Wesley Ricardo, tendo como foco do trabalho de pesquisa o feminicídio.

            Segundo suas pesquisas o crime apresenta as seguintes características: agressões físicas, agressões psicológicas, cárcere privado, estupro, tráfico de mulheres, espancamento, mutilações, escravidão sexual, perseguição, crimes de honra, torturas, misoginia (aversão a mulheres), e abusos.
            A lei (13.104/15) inclui na categoria dos crimes hediondos e contra a vida, com pena de reclusão de 12 a 30 anos. E no parágrafo 2º consta que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve: violência doméstica e familiar; menosprezo ou discriminação à condição da mulher; e há o aumento de pena de 1/3 até a metade se o crime for praticado: durante a gestação ou nos três meses após o parto; contra pessoas menores de 14 anos, maiores de 60 anos ou com deficiência; e na presença de algum familiar. Ou seja, a pena é de 12 a 30 anos, porém com variações dependendo de cada caso.
            Importante destacar o objetivo e a importância da lei (13.104/15), em razão dos altos índices de crimes cometidos contra as mulheres. O brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial da violência contra a mulher, que causou a urgente necessidade de leis específicas para tratar com rigidez esse tipo de crime. Os dados do Mapa da Violência revelam que só em 2017 foram mais de 60 mil estupros ocorridos no Brasil. Além disso, nossa cultura ainda aceita a discriminação da mulher por meio da prática da misoginia e do patriarcalismo, o que causa a objetificação da mulher e em casos mais graves.
‘Outro fator que mostra claramente a objetificação da mulher, são propagandas de produtos de limpeza, nos quais mulheres são protagonistas, representando que a mulher e somente a mulher tem o dever de limpar, cozinhar, cuidar da casa e filhos e no caso de uma propaganda da marca de produtos de limpeza “Mr. Músculo” relatada pelo site “Revista Fórum” a marca exibe uma mulher cansada em uma imagem após limpar a casa e realizar todos os afazeres domésticos citando que a mesma só pode buscar seus sonhos e objetivos após realizar todas as tarefas da casa.
            Mais um exemplo que ilustra bem essa situação espalhada pela mídia. Uma propaganda de carnaval da marca de produtos de limpeza Bombril em que a marca cita “Mulheres evoluídas são assim: brilham no trabalho, brilham em casa e ainda sobra tempo para brilhar na avenida” postada no site “Publicidade e cerveja”, na matéria “Bombril patrocina Vai-Vai e lança campanha “Mulheres que brilham”, que dá a impressão que para a mulher ser brilhante ela primeiro deve deixar sua casa brilhando e brilhar no trabalho para só então poder brilhar na avenida.
Outros fatos que chocam e que chamam bastante atenção são noticiados pelas mídias, do tipo: “Família é encontrada morta em apartamento...”: Segundo a Polícia Militar, [...], os policiais encontraram no apartamento a mulher, de 28 anos, o homem, de 32 anos, e a criança, de três anos, mostos com tiros na cabeça, costas e braços. Vizinhos relataram que ouviram barulhos por volta das 5h30min, mas não deram importância. A polícia acredita que o homem tenha matado a esposa, a filha e depois se suicidado.
Ao lermos notícias feito essa, podemos comparar com tais as características, já que por alguma razão o homem decidiu acabar com sua vida e achou que sua mulher e sua filha também deveriam perder o direito de viver, segundo sua própria decisão. Da mesma forma, outros casos também são apresentados, já que alguns homens pensam ter o poder de decisão sobre sua esposa.
A quantidade de crimes noticiados contra as mulheres, demonstram altos índices deste tipo de crime e são suficientes para a criação da lei 13.104/15. Assim como as políticas públicas que promovem a igualdade de gênero por meio da educação, valorização da mulher e da fiscalização das leis vigentes contribuíram para que no Brasil passasse a ser considerado crime hediondo, sendo aprovada na câmara dos deputados dia 03/03/2015 o projeto de lei vindo do Senado, de acordo com o site Agência Brasil. (BRASIL, Agência. Feminicídio passa a ser considerado crime hediondo no Brasil. 03 de mar. de 2019. Acesso em 06/11/2019)

Quais são as causas da violência contra a mulher?



Com a palavra Ana Ketlyn, Eduarda Beatriz, Juliana Karina, Wesley Ricardo. O foco do trabalho de pesquisa é FEMINÍCIDIO.

Este trabalho tem como objetivo investigar as causas de números tão altos de violência contra a mulher, para a partir disso amenizar esse problema, que de modo geral atinge muitas mulheres no mundo, sendo vista como inferior ao homem e submissa.
A maneira de demonstrar as mulheres que a forma como a sociedade as descreve não está correta e que tem os mesmos direitos que os homens é falando sobre o assunto e citando tudo que há de errado e os direitos que ela tem. 
Dessa forma foi abordado neste trabalho os tipos, a Lei, o porquê ela é importante, o número de casos no Brasil e a pena para esse tipo de crime, com o intuito de incentivar as denúncias e diminuir o número de casos.
No decorrer da pesquisa abordamos temas como:  A lei (13.104/15), objetivo e sua importância, os movimentos sociais, e o produtivo (outro ponto de vista do Feminicídio apresentado em uma pesquisa por Jackeline Aparecida Ferreira Romio, Doutora em Demografia pela UNICAMP, a Taxa de Feminicídio no Brasil, as características do Feminicídio, a pena para os crimes, o que é e os tipos de Feminicídio bem como histórias registradas de crimes contra a mulher por ela ser mulher, para melhor entender do que se trata e quão sério ele é.
Nota-se que a causa desse problema abordado no trabalho é simplesmente a objetificação da mulher que vem dos antepassados da época onde mulher deveria ser submissa ao seu marido e do machismo que faz com que os homens se sintam superiores e proprietários das mulheres, o que muitas vezes leva com que ela se oponha e os crimes aconteçam, pois a cultura trazida dos tempos antigos faz com que eles se sintam no direito de tomar essas atitudes e cometer os respectivos crimes. A falta de informação também faz com que as mulheres sofram esses abusos e não denunciem por pensar que essas situações são sua culpa e que é assim mesmo que deve ser.
  O que é feminicídio? É o homicídio praticado contra a mulher por ela ser mulher.  A lei 13.104/15, alterou o Código Penal brasileiro, incluindo como qualificador do crime de homicídio o feminicídio.
Quais são os tipos? São todos os tipos de violência que sofrem as mulheres: a doméstica, abuso físico e emocional exercido pelo agressor, geralmente o mesmo é de convívio íntimo da mulher; emocional, tortura psicológica que consiste em ameaças, humilhações em público e na presença de familiares, menosprezar e fazer com que a vítima se sinta inútil, etc.; social, a mulher é impedida de manter contato social, com a família ou amigos. Um comportamento característico desse tipo de violência é o agressor controlar as redes sociais e ligações telefônicas da vítima; física, ocorre quando é feita a agressão física, ou seja, empurrar golpear, chutar, estrangular, queimar, etc; financeira, agressor ameaça retirar o apoio financeiro como forma de manter o controle sobre a mulher e sexual, pressionar a mulher a protagonizar atos sexuais que ela não queira, forçando-a ter relações sem proteção e também a obriga a se relacionar com outras pessoas.
Seguem alguns dados: TAXA DE FEMINICÍDIO NO BRASIL. De janeiro a julho de 2018, a central de atendimento à mulher registrou: 27 casos, 547 tentativas, 118 tentativas de homicídios, no total, em 2018 foram registradas 52.323 denúncias, sendo que os principais tipos de agressões em 2018 foram: Violência física: 30.918, Violência psicológica: 23.937, Violência doméstica e familiar: 15.803, Tentativa de feminicídio: 7.036, Violência sexual: 4.491, Violência moral: 3.960.
            São dados alarmantes e por isso a necessidade de combater todo e qualquer tipo de violência. (continua na próxima edição)

QUAL É A VALORIZAÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO?


Para discorrer sobre esse tema o grupo de alunos Aline Beatriz, Allan Vinicius, Flávia Luana e Thalia Victoria da EEB Carlos Fries pesquisaram e elaboraram seus textos e apresentações. Na sequência a primeira parte do trabalho.
Apesar de ser mais da metade da população, as mulheres ainda são minoria nos cargos de alto nível no setor comercial, como é o caso de gerentes. Salários injustos, comparado aos perfis masculinos. Mas porque isso ocorre? Essa é a pergunta motivadora desse trabalho que tem como objetivo mostrar a desigualdade salarial que ocorre entre homens e mulheres.
Para responder a essa pergunta foram elencadas algumas hipóteses: a empresa não possui um processo de cargos e salários definidos, ou tem uma gestão imatura; devido ao contexto histórico, o homem possui o papel de provedor; quando as mulheres se tornam mães é comum que, além da licença maternidade muitas optem por se dedicara os filhos por um tempo.
            A metodologia adotada para desenvolver este estudo foi a pesquisa bibliográfica. E as conclusões apontaram que, embora ainda as mulheres precisem lutar por seu espaço, possuem competência para assumir importantes funções no mercado de trabalho.
Partimos da questão: por que ocorre desvalorização da mulher no mercado de trabalho? Desde a antiguidade e em diferentes momentos da história, as mulheres lutam por seus direitos, seja na política, na sociedade, no mercado de trabalho, na escola. Em meio a tanta dificuldade a mulher nunca deixou de ser guerreira, e graças a elas é possível perceber uma mudança em nossa sociedade. Felizmente a cada dia que passa, a mulher vem ocupando mais espaço no mercado de trabalho, porém, ainda temos muito que evoluir, pois estamos muito longe do modelo ideal.
A igualdade salarial para trabalho de igual valor está normatizada desde a Constituição Brasileira de 1934. Atualmente o Princípio da Igualdade está garantido na Constituição Federal de 1988 no artigo 5º, que dispõe “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza…”. E na CLT o Princípio da Isonomia está assegurado no artigo 5º:  “A todo trabalho de igual valor corresponderá salário igual, sem distinção de sexo”, sua concretização é regulada pelo artigo 461 da CLT: Com isso, a legislação trabalhista busca evitar que o salário seja injustamente influenciado por fatores como gênero, idade, nacionalidade e outros discriminatórios.[1]
Segundo o site “taofeminino” o que ainda impede que a mulher se destaque no meio trabalhista e se iguale ao sexo masculino em questão salarial, é proveniente de certa forma, de uma gestão imatura por parte das empresas nas quais elas participam. Tais empresas, não possuem um processo de cargos e salários definidos, fazendo com que o salário do colaborador seja definido muitas vezes em cima da hora, no momento da contratação, não garantindo equidade no valor salarial entre homens e mulheres. O site apresenta também uma breve entrevista com a Jornalista Mariana que conta em detalhes como é trabalhar junto com Homens, os quais realizam as mesmas atividades, porém com um valor salarial desigual.
A jornalista Mariana* foi contratada juntamente a outros colegas, todos homens, para exercer a mesma função que os demais – no mesmo departamento e com o mesmo cargo. Ainda assim, seu salário é inferior. “No papel, eu tenho outra função e recebo bem menos do que os outros colegas, homens, que estão no cargo correto e têm um salário maior”, diz. Além disso, é constantemente cobrada sobre sua aparência. “Os superiores já reclamaram do meu cabelo, da minha maquiagem, das minhas roupas. Sugeriram até que eu usasse lentes de contato no lugar dos óculos. Nunca vi homens recebendo o mesmo tipo de cobrança”, conta ela.[2]
Entendemos que apesar de estarmos vivendo em pleno século XXI, muitas empresas não possuem maturidade suficiente para administrarem e liderarem seu próprio negócio, pois, de certa forma no ambiente de trabalho, é na aparência o seu foco principal, quando na verdade o profissionalismo deveria ser levado em consideração. Segundo o site “Think with Google”, atualmente elas recebem 74,5% do salário dos homens, ocupando os mesmos cargos de trabalho.

QUAL A EFICIÊNCIA DAS MULHERES EM SITUAÇÕES QUE REQUEREM COORDENAÇÃO E COOPERAÇÃO



            Retomando o texto dos alunos Germano, Marcos e Milena. De acordo com a escritora Catherine Kaputa, autora do livro “A Marca de Mulher”, embora estudos sobre liderança demonstrem que existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático. As mulheres tendem a promover e envolver os funcionários, encorajando-os, compartilhando suas decisões. Elas são mais propensas a elogiar e a recompensar quando os projetos excedem as expectativas.
Precisamos conhecer e valorizar as características de cada gênero, para que seja possível resultados ainda mais positivos no mundo corporativo e, também, na vida pessoal. Existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático.
Como líderes, as mulheres têm mais que uma visão abrangente. Elas também são mais intuitivas na tomada de decisões e seu estilo de liderança é mais pessoal. Claro, um estilo de liderança como esse também tem suas desvantagens. Todas as mulheres são diferentes. Algumas podem ter um estilo feminino mais acentuado, outras são mais masculinas no comando.
            As mais felizes, com certeza, terão mais sucesso, são aquelas que conseguem entender e utilizar os melhores elementos dos dois gêneros sem perder a feminilidade. Isso pode se revelar no visual, com a maquiagem; no jeito de falar, mais meigo ou delicado; ou na maneira de se comportar; além disso, tendo a habilidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.
            Conforme especialista em desenvolvimento de líderes e em eficácia organizacional, o psicólogo e consultor norte-americano Jack Zenger diz que: Consideramos que um bom líder precisa ser uma pessoa que tem (ou busca ter) 16 competências de gestão: tem iniciativa, busca resultados, é honesto e íntegro, procura o autodesenvolvimento, sabe incentivar os outros, constrói relacionamentos, inspira e desenvolve os colegas de equipe, estabelece metas desafiadoras, promove mudanças, colabora e trabalha em equipe, soluciona problemas e analisa questões, inova, comunica poderosamente, conecta a equipe ao mundo exterior, desenvolve perspectiva estratégica e possui conhecimento técnico ou profissional.
As mulheres possuem habilidade para a comunicação participativa e fomentam a aprendizagem colaborativa. Na pesquisa, observamos que as mulheres se destacam em 12 dessas 16 competências; em três delas as mulheres têm um desempenho um pouco melhor. Os homens foram avaliados melhores, em apenas uma competência - a de ser capaz de desenvolver uma perspectiva estratégica.
        Constatamos com a nossa pesquisa que as mulheres estão presentes nos mais diferentes cargos e funções e que apesar das muitas diferenças entre os sexos feminino e masculino, ambos conquistaram o posto de líderes competentes. Infelizmente até os dias de hoje apenas 5% dos postos de chefia de empresas são ocupados por mulheres no mundo todo. No entanto, há também uma ligação entre a liderança feminina e o bom desempenho de uma companhia.
As mulheres tendem a ser mais sensíveis aos sentimentos da equipe, tendem a estar mais prontas para dar um feedback, tendem a ser mais cooperativas e colaborativas. As mulheres líderes não são tão competitivas quanto os homens. Além disso, elas foram mais bem avaliadas em quesitos que são tradicionalmente considerados fortes no sexo masculino, como ter iniciativa e buscar resultados. Não sabemos exatamente por que as mulheres têm essas características, se são questões genéticas ou culturais. Mas é preciso que o ambiente corporativo saiba que as mulheres têm habilidades de liderança impressionantes.                    
O bom desempenho de líderes dentro de uma empresa tem relação direta com questões emocionais, tais como a capacidade de colaborar, de comunicar e de trabalhar em equipe, as mulheres são mais propensas que os homens a serem “líderes transformacionais” e, como conselheiras ou instrutoras, procuram inspirar.             
Entendemos que para as mulheres serem líderes melhores, precisamos conhecer e valorizar as características de cada gênero para que os resultados sejam mais positivos no mundo. Defendemos que apesar se sermos “menina em turma de meninos” no mundo dos negócios, não precisamos agir do mesmo jeito, afinal, o gostoso é ser diferente.
           

Como a mulher conquistou o status de líder em sua trajetória na sociedade?



É com muita alegria e orgulho da produção dos alunos Milena Appel, Germano Einsfeld e Marcos Rodrigues que compartilho nesta edição sua pesquisa sobre a liderança das mulheres na sociedade atual.

Este trabalho tem como objetivo compreender como a mulher conquistou o status de líder, pois segundo sua trajetória na sociedade, observa-se que a mulher geralmente é a segunda opção em muitas frentes. A partir deste objetivo, buscou-se responder à seguinte pergunta-problema: Como a mulher conseguiu essa liderança?
Diante desta pergunta foram estabelecidas algumas hipóteses: Será que as mulheres optaram por ter menos filhos, para ganhar mais espaço no mercado? Possuem habilidades e são mais flexíveis? Realizam várias tarefas ao mesmo tempo? Trabalham com mais determinação na busca de seus sonhos e seus objetivos? A mulher sofre rejeição de algumas pessoas, por acharem que a mulher não vai exercer sua autoridade?
Para validar estas hipóteses buscou-se na pesquisa bibliográfica fundamentação para a abordagem dessa temática. Portanto a metodologia adotada é a pesquisa bibliográfica, com estudo do tema divulgado em sites na rede mundial (internet).
Assim, esse trabalho foi dividido em quatro partes, discutindo alguns tópicos como: a exigência de uma liderança racional, colaborativa, inclusiva e que oriente a equipe, na economia mundial; A eficiência das mulheres  em situações que requerem uma coordenação e cooperação, sobretudo, com equipes grandes e geográficas dispersas; a habilidade das mulheres para a comunicação participativa; e o fomento das mulheres para a aprendizagem colaborativa.
As conclusões apontam que as mulheres conseguiram algum destaque como liderança nos últimos anos se for comparado com outros períodos mais antigos da história.
Na economia mundial há certa exigência racional, colaborativa e inclusiva e que oriente a equipe. Algumas pesquisas demonstram a relação entre mulheres, homens e a liderança. Como por exemplo, um estudo realizado pela Society of. Personality and Social Psychology (J.C, 2019). Esse estudo revelou que homens se sentem diminuídos frente a mulheres em posições de liderança. A pesquisa que foi realizada em uma parceria entre Itália e EUA foi dividida em três etapas.
Num primeiro momento, foi simulada uma entrevista de emprego com 76 homens e mulheres por e-mail. Frente à entrevistadora mulher, os homens foram menos ousados na pretensão salarial. Dentre as mulheres entrevistadas, não se notou variação significativa no comportamento.
Na segunda etapa, 68 homens simularam uma divisão de bônus entre colegas de trabalho. Os homens teriam que decidir a porcentagem que eles próprios e os colegas mereceriam receber. Os perfis dos colegas eram: um homem em posição equivalente ao entrevistado, uma mulher em posição equivalente, um homem líder e uma mulher líder.
Os pesquisados cederam quantias maiores na divisão do bônus para colegas do sexo masculino. Caso o colega fosse uma mulher em posição de liderança, a fatia do bônus cedida a ela era ainda menor do que se estivessem num cargo equivalente ao do pesquisado.       
A última parte do estudo contou com 370 homens e mulheres que foram apresentados a colegas em posição de liderança e com personalidades distintas: ambicioso ou apenas dedicado.
Resultado: os casos em que os personagens fictícios receberam as menores quantias envolviam entrevistados homens lidando com colegas ambiciosas do sexo feminino. Esse comportamento é típico de homens que tentam proteger sua masculinidade.
Os pesquisadores concluíram que a reação dos homens é mais tranquila quando colocados à frente de um chefe homem ou de uma mulher trabalhando em cargos pouco expressivos, frente à ambição feminina notou-se uma relutância e uma agressividade muito maior por parte dos homens.
Mas qual é a eficiência das mulheres em situações que requerem uma coordenação e cooperação, sobretudo, com equipes grandes e geograficamente dispersas? De acordo com a escritora Catherine Kaputa, autora do livro “A Marca de Mulher”, embora estudos sobre liderança demonstrem que existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático.
Mulheres tendem a promover e envolver os funcionários e encorajam o compartilhando suas decisões. Elas são mais propensas a elogiar e a recompensar quando os projetos excedem as expectativas. Como líderes, as mulheres têm mais que uma visão abrangente. Elas também são mais intuitivas na tomada de decisões e seu estilo de liderança é mais pessoal.  (CONTINUA NA PRÓXIMA EDIÇÃO)

Qual é a representatividade da mulher no cenário político?


A partir desta edição vou compartilhar mais um trabalho de pesquisa realizado no projeto multidisciplinar na área das ciências humanas, nos componentes curriculares de Filosofia, Geografia, História e Sociologia, orientado pelas professoras das respectivas disciplinas. Este trabalho foi realizado por alunos da segunda série do ensino médio na Escola de Educação Básica Carlos, pelos alunos Aline Nitz, Carlos Elian Lopes Vieira.
            O tema escolhido para esta pesquisa foi “A Mulher na Política”, então, após algumas pesquisas e análises sobre o cenário atual, o trabalho estará voltado a responder a seguinte pergunta: “O número de mulheres no cenário político é inferior ao número de homens?”. Até chegarmos ao resultado foram elaboradas hipóteses que levaram em conta fatores sociais, biológicos, e, históricos. Ao total, foram estabelecidas, de maneira geral, quatro hipóteses: Sexo inferior; Carência na representatividade feminina; Discriminação; Machismo. Após a formulação das hipóteses, foram feitas inúmeras pesquisas sobre cada assunto na Web.
Segundo o IBGE, o número de mulheres no Brasil é maior que o número de homens, porém, em contrapartida, o nosso país possui uma representatividade política feminina muito baixa, devido à exclusão histórica das mulheres na política.
Desde o início dos tempos as mulheres são inferiorizadas, economicamente, culturalmente, politicamente e intelectualmente. Este mito já está presente em nossa sociedade desde o seu início até os dias de hoje. Algumas pessoas apontam a “superioridade” masculina como algo natural, ou seja, “Os homens são socialmente superiores, pois são naturalmente superiores”, porém, a grande responsável por esse feito é a sociedade. Um grande exemplo é o povo ateniense que mesmo sendo esses os criadores da democracia, reduziam a participação da mulher, a qual era educada para o mundo doméstico, o pai era quem escolhia seu marido. Após o casamento a subserviência feminina era destinada ao marido, e apesar das reformas políticas, não participavam das questões por serem consideradas inaptas para esse tipo de tarefa.
Mas, o gênero masculino nem sempre foi o sexo superior. Na sociedade primitiva, nos primórdios da humanidade, as mulheres eram quem governavam a vida social dos demais, diferente dessa situação em que nos encontramos hoje, antigamente, os primatas não tinham nenhum sentimento opressor ou discriminatório, totalmente pelo contrário, a sociedade primitiva era toda igualitária. Além disso, a maternidade era vista por eles como um dom dos Deuses.
Devido a algumas atividades como a caça, os homens ficavam longe de suas aldeias por longos períodos, dessa forma, as mulheres acabaram por desenvolver outras práticas produtivas para sua sobrevivência como a agricultura. Dessa forma, elas acabaram conquistando certa emancipação dos homens, aumentaram-se os alimentos e consequentemente a população também. E por muito tempo, essa harmonia entre homens e mulheres foi realidade, conseguia ampliar sua sociedade, o bem-estar social, entre outros benefícios.
Porém com a Revolta Agrícola, formulada por mulheres, ocorreu à divisão do trabalho onde o trabalho agrícola separou-se do trabalho industrial urbano, o trabalho manual do trabalho intelectual. Assim os homens acabaram tomando posse das invenções das mulheres, assumindo os cargos mais importantes, logo, para mulher, só lhe restaram suas funções biológicas, sendo excluídas da vida social, enfim, escravizadas. 
Felizmente, últimas décadas as mulheres saíram de suas casas, das atividades domésticas, dos cuidados com o lar, e dessa maneira passaram a conquistar, lentamente, direitos que lhes foram negados, sendo um marco muito importante para a história, o direito ao voto, no Brasil aprovado pelo Decreto n° 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, diz que, “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na fórma deste Codigo” (art.2). Vários movimentos feministas estão a surgir no mundo todo, estão lutando por seus direitos, porém, sabemos que é uma longa caminhada com vários obstáculos pela frente.
Não podemos afirmar a superioridade masculina ou feminina sem levar em conta os fatores históricos. Ao desenrolar da história tivemos períodos em que a superioridade feminina falava mais alto e momentos onde a supremacia esteve nas mãos masculinas. Dessa forma, é errado firmar um sexo como superior ou inferior, nossa sociedade não faz isso, porém, ela é exageradamente desigual.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Mais motivos para que 2020 seja o que há de melhor!


Seguindo pela vertente universalista e de profundo respeito às diversidades culturais, religiosas e de fé, nesta edição trazemos mais motivos para que 2020 seja um ano com o que há de melhor. Inicialmente destacamos as religiões afro-brasileiras, para entender que os Orixás desempenham importantes papeis e atuam como verdadeiros guias e protetores espirituais individuais e ao longo de determinados períodos.

Representados como forças da natureza, os Orixás exercem grande influência nas raízes espirituais brasileiras, recebendo inclusive um sincretismo com santos populares do catolicismo — a união e difusão desse “formato” fez com que a religiosidade dos Orixás ganhasse força inclusive entre os não praticantes da umbanda ou candomblé.

O ano de 2020 estará sob as energias dos Orixás Iansã, a senhora dos ventos e tempestades, e de Iemanjá, a grande mãe e senhora de todas as águas. A junção destas duas mães rainhas, influenciará na confiança, autoestima e fará com que todos compreendam que a disposição aliada à ação, poderão tornar o mundo melhor. Iansã domina a lealdade e Iemanjá o consenso, portanto o ano que vem a confiabilidade das pessoas será hipervalorizada. Todo engano e atitudes incertas serão expostas. Então, a transparência elevará o respeito social e favorecerá as vitórias.

O Orixá regente de 2020 é Xangô que tem como característica principal a busca e cobrança por justiça.  Sendo Xangô o justiceiro, em 2020, todos precisam redobrar os cuidados em suas ações sendo fiel às suas convicções. Todos aqueles que derem amor, receberão afeto na mesma proporção.  Por outro lado, aqueles que seguirem por caminhos tortuosos serão veemente punidos pelo Orixá.

            Portando as orientações são para observar quais são as características que precisam ser melhoradas, aprendendo com os próprios erros, e, se possível, consertá-los. Isso quer dizer que a busca para se tornar melhor colherá os frutos. Na mesma proporção, também colherá pela discórdia que plantar. No ano de Xangô, todos são julgados por todos os seus atos, até os pequenos. O Orixá regente do ano de 2020, Xangô, é considerado também o Orixá da inteligência. Assim, todos os seus planos relacionados aos estudos e a busca do saber serão beneficiados.

Outro ponto de vista muito difundido é o da astrologia. Qual será o planeta regente de 2020? Como ele irá influenciar nossa vida? O ano 2020 será regido pelo Sol (Deus Rá). É o astro do sucesso e da prosperidade, o que fará a energia vital correr ainda mais intensamente em nossas veias. Todas as áreas da vida que decidirmos priorizar serão iluminadas de forma mais potente. Teremos mais clareza e lucidez nas decisões. Nossa vida ganhará em abundância. Sob a regência do Sol, 2020 promete ser um ano maravilhoso.

No entanto, será preciso tomar cuidado com os excessos para que o Sol apenas nos alimente, sem queimar nossas ações, pois sob a luz do sol nada fica escondido. Clareza, vitalidade, abundância e sabedoria são as dádivas que o Sol nos trará. Vai ser um ano de mudanças. Padrões de comportamento (trazidos há gerações) serão colocados à luz da consciência para serem integrados, curados e liberados. Não tem mais como seguir sendo o mesmo de antes, é preciso soltar o passado, soltar as amarras mentais e dar lugar a verdade do seu Ser.

O Sol ilumina a tudo e todos, e nos lembra que somos Luz. Não há necessidade em competir com o outro ou tentar apagar a luz de alguém. Todos somos o que precisamos ser, aqui e agora. Cada pessoa traz consigo dons da alma. Cada pessoa é uma expressão do Divino Mistério e somos em essência a Fonte Infinita da Vida!

Com todas essas energias positivas basta que nos permitamos ser beijados pela luz do Sol e sentirmos profundamente o Amor que há em tudo. Vamos nos conectar mais com a Natureza, e com os Orixás representados como forças da natureza, que exercem grande influência, para receber a cura e a sabedoria que precisamos. Vamos despertar todos os dias com gratidão pelo Sol que nos ilumina, pela vida que nos anima. Vamos procurar entender que cada desafio serve para lapidar nossos dons e talentos, por isso não desistir deles. Vamos agir confiantes em nós mesmos pois o poder é de cada um na sua mais pura verdade e na sua mais sagrada essência.




2020 com tudo o que há de melhor!


A maioria das pessoas, assim como eu, ao finalizar um ano faz um balanço da própria trajetória, em todos os aspectos. Eu, particularmente, finalizei 2019 agradecendo aos conflitos internos que superei, aos desafios que enfrentei, às dores que causaram feridas, às desilusões e decepções vividas, pois me trouxe a consciência do meu processo de evolução e maturidade. Por isso sou agradecida pela oportunidade de me libertar de memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas sentidas e vivenciadas para dar início ao um novo ano vibrando em PAZ e AMOR.

Dessa forma, com amor e gratidão, por tudo o que me proporcionou vivenciar, me despedi de 2019. Sou grata, abençoo e recebo 2020 com muito Amor utilizando a técnica Ho’oponopono, uma técnica ancestral havaiana que busca, através da gratidão, resolver mágoas e feridas do passado, criando, assim, um estado de paz. Na língua original, “Ho’o” significa “cura”e “ponopono”, “arrumar, endireitar”. Dessa forma, podemos traduzir a junção de ambas como “corrigir um erro” e consiste em repetir as palavras mágicas “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo”, “Sou grata”.

Um estudo da ONU revela que a população global atual é de aproximadamente 7,6 bilhões de habitantes e deve subir para 8,6 bilhões em 2030.  Com toda essa gente no planeta Terra é preciso ampliar a visão de mundo e entender que nosso mundo é um universo de possibilidades. Precisamos nos dar conta da diversidade cultural, da diversidade de religiões, precisamos ser abertos ao diálogo, a escuta, respeitar opiniões e buscar equidade e verdade com base na luminosidade dos sentimentos de frequência elevada: alegria, amor, paz, gratidão.

O que é diversidade cultural? O termo se refere aos variados costumes dos quais uma sociedade está relacionada, atividades gastronômicas, religião, linguagem, organização familiar, política e demais, e abrange as características próprias de um grupo específico de seres humanos. Estes, por sua, vez dividirão um mesmo território, possuindo costumes pessoais que os diferem. Atualmente, devido a globalização está ocorrendo a miscigenação das culturas, impondo uma pluralidade de formas de fé. Portanto quando se trata de religião, precisamos levar em consideração a pluralidade de diferentes crenças, cada uma portadora de suas próprias histórias, tradições e identidades.

No ocidente, o Dia Mundial da Paz é comemora no dia 1 de janeiro, no Dia de Ano-Novo. Inicialmente chamado somente de Dia da Paz, a celebração foi criada pelo Papa Paulo VI em dezembro de 1967. A partir de então, todos os anos, o primeiro dia do ano passou a celebrar o Dia Mundial da Paz. É assim desde 1968. O tema escolhido pelo Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz de 2019/20 foi "A boa política está a serviço da paz".

No oriente 2020 é o Ano regido por Ganesha: uma Deidade do Hinduísmo que representa sabedoria, intelecto, é o senhor da desobstrução de obstáculos é o símbolo das soluções lógicas. “Onde quer que esteja Ganesha, lá existe Sucesso e Prosperidade e onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesha”, trazendo boa sorte, sucesso, prosperidade, boa fortuna, abundância.

Ganesha traz consigo a sabedoria e está associado ao nosso chakra Muladhara (Base) aquele que traz vitalidade e base para a vida material, para aqueles que souberem trabalhar sua vaidade, egoísmos, orgulho e ambição desmedida, ou seja, um ano de focar na retidão para receber assim as bênçãos de Ganesha. Por isso, 2020 é um ano de muito brilho, abundância, sucesso, abertura de caminhos, favorável aos estudos, criatividade, vitalidade e força física, cheio de OPORTUNIDADES que podem ser muito bem recompensadas por Ganesha a quem realmente está disposto a trabalhar e se reinventar em todos os sentidos.

            Seguindo por uma vertente universalista e de profundo respeito às diversidades culturais, religiosas e de fé desejo a todos os seres em qualquer lugar do nosso planeta, de norte a sul, de leste a oeste, aos quais estamos inseparavelmente conectados, que estejamos despertos, liberados, curados, realizados e livres. Que haja paz nesse mundo e que a guerra, a violência, a injustiça e a pobreza terminem. E que cada um possa concluir sua jornada espiritual individual e coletiva, juntos.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Educação em pauta: A escola ainda é uma instituição importante e fundamental?


Os que fazem parte da comunidade escolar, principalmente, professores, alunos e servidores em geral, participaram da escolha dos novos planos de gestão escolar para os próximos 4 anos. Por isso a “educação” foi pauta de muitas reuniões, debates, conversas e outras ações, nas comunidades escolares, do estado catarinense. A escola ainda é uma instituição importante e fundamental? Qual é o poder exercido pela comunidade escolar? Como somos vistos pela sociedade em geral? Gostam do que representamos? É com honestidade que os valores, simplicidade, muito trabalho, criatividade, comprometimento e amor são difundidos?
Para que os leitores tomem conhecimento, conforme o site da SED, é desde 2013 que  a Secretaria de Estado da Educação (SED) fortalece a gestão democrática e os processos de participação da comunidade escolar  e das instâncias colegiadas, instituindo a possibilidade da escolha do seu gestor por meio da análise de propostas de Plano de Gestão Escolar (PGE), apresentadas por profissionais da educação interessados em ocupar a função de Diretor de Unidade Escolar.
No PGE precisa constar as metas, os objetivos e as ações, que evidenciam o compromisso com o acesso, a permanência, a inclusão, o percurso formativo com êxito na aprendizagem, na perspectiva da formação integral do estudante da Educação Básica e Profissional. Além de representar ainda o compromisso da gestão com a comunidade escolar e com a SED.  É aplicada anualmente a Avaliação da Gestão Escolar, a partir de uma ferramenta processual que considera indicadores externos e internos que podem sinalizar à gestão escolar os avanços e dificuldades de um período.  Essa avaliação compõe uma análise dos resultados da SAGE-SC e um meio fundamental de (re)planejamento, tomada de decisão e gestão dos processos escolares, possibilitando intervenções pedagógicas comprometidas com a aprendizagem dos estudantes.
O primeiro edital lançado para eleições de PGE foi para o mandato de 4 anos a partir do ano 2015 que teve duração até 2019. Este ano o processo de escolha de Plano de Gestão Escolar, foi regulamentado pelo Decreto SC n° 194/2019, e pela Portaria N/1434/2019, e ocorreu em todas as Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino, exceto nas Escolas Indígenas, de Assentamento e no Instituto Estadual de Educação (IEE), pois possuem processo amparado por legislação específica. Divulgado no Diário Oficial – SC nº 21.074 de 08.08.2019 (QUINTA-FEIRA).
Todos proponentes que se inscreveram participaram do processo de “disputa” pelo cargo de diretor das escolas. Foi um processo demorado e cheio de cuidados com a documentação. Tudo deveria passar por comissões em todos os níveis, desde a escola até a SED. Todos que participaram do processo estavam bem orientados. Infelizmente alguns fatos nada agradáveis ocorreram neste período. Em se tratando de educação escolar, o espaço que deveria ser democrático e participativo, as atitudes de alguns andaram na contramão e provocaram conflitos e indisciplina. Esses foram os exemplos dados aos estudantes e futuros profissionais.  
Inserida na comunidade escolar de duas escolas e acompanhando notícias de outras escolas, os sentimentos foram muitos. Durante os dias que se deu a campanha nas escolas, observar as atitudes de alguns, causou certo desconforto, pois ficou claro que tais atitudes estão atreladas a uma prática política ultrapassa e obsoleta. Sinto muito, pois com tais fatos acontecendo como ensinar valores e honestidade?
Daí aquele conhecimento armazenado nos livros, e agora também, nos computadores, que deveria ser para expandir o universo além dos limites estreitos do pedaço de mundo em que muitos vivem, pouco tem valor e pouco importam nestes momentos. O que se aprende na teoria e o que é usado na retórica não se coloca em prática no espaço social da escola. Urge o entendimento de que o espaço escolar vai além do conhecimento, é um espaço de convivência, muitas vezes de refúgio, de silêncio e aceitação da diversidade de vidas que ali compartilham emoções.
Fazendo parte da comunidade escolar é possível aprender como as vidas podem ser diferentes, mesmo quando vividas lado a lado. E como é fácil se perder. Aprender como é difícil conhecer alguém, e como pouco importa, se o seu coração não estiver aberto às necessidades dessa pessoa. Não temos que entender, temos apenas que nos importar. É preciso que compartilhemos uma atitude, uma ética de trabalho, uma visão de mundo e um futuro. Desse modo as bençãos são as ligações profundas, e as amizades são o socorro do cotidiano.
É nesse espaço que aprendemos o significado de bondade, moralidade, trabalho nobre, força inesgotável, fidelidade aos seus valores e a si próprios. É neste lugar que podemos dizer uns aos outros: Encontre seu lugar. Seja feliz e agradecido com o que tem agora. Busque realizar seus sonhos. Trate bem a todos. Viva uma vida boa. É impossível prever, o amor transcende fronteiras. Não é o material que importa, é o amor, a alegria e a gratidão de poder compartilhar tudo o que somos.
            Eu os convido: vamos imaginar um mundo melhor começando em nossa casa para dar continuidade nas escolas. Vamos ensinar a ser feliz sem fazer coisas erradas que promovem desamor e conflitos. Vamos nos amar mais e nos importar com o que o outro vai receber estando ao nosso lado. Porque todos somos um e um somos nós!

Diante de tantos fatos acontecendo como ensinar valores e honestidade?




“A honestidade é mais do que não mentir. É contar a verdade, dizer a verdade, viver a verdade e amar a verdade.”
"A ação certa pelo motivo errado, ainda está errada. 

A ação errada pelo motivo certo, não é mais certa."



Encontrar alguém que responda essa pergunta, com tranquilidade, rapidez e sinceridade, não deve ser fácil. Ainda mais agora, diante de tantos acontecimentos nas mais altas referências jurídicas, políticas, econômicas e sociais. Nessas horas, oferecer momentos de comprovação da honestidade é até constrangedor para quem está no mesmo lugar. Pois também não temos a sorte de encontrar alguém com firmeza e certeza, de sua honestidade.
Que estranho isso, não é mesmo? Todos reconhecem a importância da honestidade, é unanimidade. Então podemos dizer que a sociedade tem consciência de que este valor humano é importante para que o nosso planeta seja melhor. Mas se quando forem questionadas sobre honestidade, as pessoas não se consideram totalmente honestas, podemos dizer que mesmo todos tentando fazer o seu melhor, ainda não conseguimos ser honestos o tempo todo.
A carência de honestidade está abalando as bases, as estruturas sociais. Ou será que as bases estão alterando o valor honestidade? Ninguém precisa dizer que precisamos ser honestos. Essa afirmativa é verdadeira ainda? Será que todos sabem que precisam ser honestos? Isso é inerente ao humano? Honestidade é um valor universal que ultrapassa fronteiras. Todos os povos, todas as culturas sabem da importância de pôr este valor em prática. Para que haja continuação da humanidade a honestidade é um dos princípios essenciais.
Os comportamentos humanos em um ambiente desonesto, onde há os querem levar vantagem para si próprios, resultam na degradação das relações humanas de todo um sistema social. Procurar por integridade e honestidade requer um olhar verdadeiro para si mesmo, com análise de atitudes e tomadas de decisão, para ver se podem ser melhoradas e aperfeiçoadas no dia a dia.
Temos que entender integridade e honestidade como valores a serem desenvolvidos no cotidiano, com total atenção aos próprios comportamentos e decisões. Por que ter uma atenção singular aos nossos valores? Porque é preciso ampliar a visão para que possamos ter a dimensão de como nossas decisões podem afetar o todo.
Cada qual passa por diversas experiências, umas são ótimas, muitas são boas outras nem tanto. São essas experiências, nos empregos e nos relacionamentos interpessoais, que constituem nossos valores morais e profissionais, e não podemos perdê-los, pelo contrário, a mais importante vitória é transformar esses valores em atitudes.
Precisamos acreditar no nosso trabalho de maneira correta e pelas razões certas, para sermos capazes de mudar o nosso “lugar” no mundo. Entender que as coisas podem ser tiradas de nós, mas que as “coisas” não importam. O que importa de verdade é a nossa fé, a nossa dignidade e a vontade de ser mais e melhor com capacidade de amar.
Então para que um dia seja possível nos declararmos honestos em alto e bom tom, com serenidade, vamos começar hoje mesmo a gerenciar os pensamentos e as atitudes. Vamos nos assegurar de que podemos melhorar a cada dia mais o nosso percentual de honestidade. Podemos assim estarmos mais conscientes de quem somos e de quem queremos ser, daqui a alguns anos.
Vamos assumir nossa missão e distribuir honestamente para o mundo sem prejudicar pessoas pelo caminho. Sejamos honestos e sinceros nas atitudes. Sejamos coerentes nos pensamentos, sentimentos e ações. Vamos assumir uma postura honesta perante a vida, perante a sociedade e com nosso planeta. Estejamos conscientes que há uma conexão maior, e que precisamos de senso ético, de justiça, de humanidade, e de amor ao próximo.
Sejamos honestos para atuar de forma a gerar melhorias e equidade em todos os sistemas que nos cercam. Sejamos honestos e nos coloquemos à disposição das necessidades individuais, e acima de tudo, à disposição das necessidades de preservação da nossa espécie humana.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Projeto de estudo multidisciplinar: desafio na escola.

Continuando com o tema abordado na semana anterior sobre o desafio do aprendizado multidisciplinar utilizando melhor o tempo e a criatividade de todos, compartilharei a experiência que está em andamento na escola em que atuo. 

Conforme o texto de Pedro Demo, “Educar pela pesquisa”, sabemos que “o simples fato de projetos gerarem necessidades de aprendizagem garante tal aprendizagem” portando os alunos precisam se aproximar dos “novos conteúdos”. Sabemos também que “a intervenção do professor é fundamental, no sentido de criar ações para que essa apropriação se faça de forma significativa.” Como diz Demo, “não basta a qualidade formal, marcada pela capacidade de inovar pelo conhecimento”, a oportunidade de aprender por meio da pesquisa, como base da educação escolar vai além de uma aula onde há apenas contato entre professor e aluno no ambiente físico ou de socialização. 

Ele segue argumentando que “é cada vez mais evidente a proximidade entre conhecer e intervir, porque conhecer é a forma mais competente de intervir, a pesquisa incorpora necessariamente a prática ao lado da teoria, assumindo marca política do início até o fim. A marca política não aparece apenas na presença inevitável da ideologia, mas, sobretudo no processo de formação do sujeito crítico e criativo, que encontra no conhecimento a arma mais potente de inovação, para fazer e se fazer oportunidade histórica através dele.” 

A partir do estudo realizado e da proposta no curso de formação continuada para professores, apresento o início do projeto multidisciplinar desenvolvido em serviço para dar conta da tarefa e para encarar esse desafio na escola. Esse projeto é desenvolvido na área das ciências humanas e suas tecnologias, na EEB Carlos Fries com turmas da segunda séries do ensino médio com as professoras de filosofia, sociologia, história e geografia. 

Este projeto de estudo tem como objetivo principal construir conhecimentos interligando as diversas áreas da aprendizagem e objetivos específicos: compreender as relações existentes entre as disciplinas das ciências humanas; oportunizar uma transformação na sala de aula voltando-se para investigação e pesquisa; superar a fragmentação existente entre as disciplinas e contribui para a formação global do educando; possibilitar aos alunos a aquisição dos saberes fundamentais, para desenvolver competências e habilidades, que os preparem para a nova realidade social e para o mercado de trabalho e proporcionar atividades que integrem as diversas disciplinas para que o aluno possa construir sua autonomia. 

Para dar início ao projeto foi importante uma conversa sobre a importância de realizar estudos de maneira multidisciplinar com professores da área, a partir do encontro no curso de formação, onde surgiram as primeiras ideias sobre qual temática escolher para este projeto. Logo após uma conversa informal com os alunos das segundas séries, no sentindo de motivar ao trabalho de pesquisa e sobre o tema previamente escolhido por nós professoras. Ao desenvolver esse diálogo com os alunos, nas aulas de geografia, e perceber que houve entusiasmo por parte deles quanto à temática principal “MULHER”. 

Após essa primeira explanação iniciamos o processo de formação dos grupos de trabalho, e as indicação dos caminhos para a pesquisa no google, delimitando um tema de estudo para cada grupo. Sugestão de busca: “As mulheres são mais”, ou, “As mulheres são menos”. Quando definirem qual segmento será pesquisado, para afunilar a pesquisa devem acrescentar uma palavra chave logo após o primeiro termo pesquisado. Exemplo: A mulher é mais + mercado de trabalho. 

Assim iniciamos o projeto de estudos multidisciplinar. Devido ao pouco tempo de encontro das professoras da área na escola, criamos um grupo no “whatsapp” para melhorar a comunicação entre nós professoras. Ali podemos informar as ações já desenvolvidas e propor novas. Já deixamos definidos que estes grupos de pesquisa vão desenvolver os trabalhos nos períodos de cada disciplina e que todas as professoras orientarão os grupos na produção escrita e áudio visual. Os subtemas abrangem conteúdos de todas as disciplinas da área, que terão duas produções para avaliar. 

Outra observação importante no desenrolar da proposta é a percepção positiva dos alunos quanto às descobertas realizadas sobre os temas escolhidos. Conforme os alunos acessam os conteúdos disponibilizados nos sites pesquisados, manifestam suas emoções na forma de exclamações, indignações e surpresas. 

Esse movimento inicial vai ao encontro do que diz Demo, “será mister desenvolver a face educativa da pesquisa, também para não restringir a momentos de acumulação de dados, leituras, materiais, experimentos, que não passam de insumos preliminares. A pesquisa inclui sempre a percepção emancipatória do sujeito que busca fazer e fazer-se oportunidade, à medida que começa e se reconstitui pelo questionamento sistemático da realidade. Incluindo a prática como componente necessário da teoria, e vice-versa, englobando a ética dos fins e valores.” 

Até o momento essas foram as etapas desenvolvidas e que estão de acordo com Demo, quando ele diz que “não é o professor quem planeja para os alunos executarem, ambos são parceiros e sujeitos de aprendizagem, cada um atuando segundo o seu papel e nível de desenvolvimento.” Por isso ao se trabalhar com projetos educacionais, os diferentes estilos e ritmos de trabalho dos alunos, são respeitados, desde a etapa de planejamento, escolha do tema e respectiva problemática a ser investigada. 

Ao trabalharmos com um projeto como este é preciso planejamento onde toda equipe pedagógica, no caso nós professoras, estejamos realmente envolvidas, que nada seja por imposição, mas que seja motivado e direcionado ao interesse das turmas. Sendo assim a tendência é o sucesso. Certamente não é uma tarefa fácil e requer dedicação de todas as partes, pois isso significa romper com o paradigma do ensino fragmentado que divide o pensamento do conhecimento. A teoria e a prática precisam ser contíguas, e fluírem de modo recíproco, com foco no processo, e possíveis intervenções, além de uma avaliação sistemática e contínua.

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...