quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Qual é o seu propósito de vida?


Qual é meu propósito de vida? Pergunta que todos deveriam buscar a resposta. A transformação pessoal precisa acontecer para melhor viver consigo mesmo e com as pessoas a nossa volta. Tenho acessado tantas informações que estão abrindo novos caminhos neurais. Ou talvez reencontrando os caminhos que foram interrompidos, ou desviados por motivos necessários ao aprendizado.
Por que escrevo isso? Por que descobri um talento. Por que sempre gostei de ler, e de expressar os sentimentos em palavras escritas. Agora com o poder da comunicação via internet conseguimos estar bem perto das pessoas, que em algum lugar do mundo passaram ou vivenciaram experiências que explicam as minhas. Uma palavra muito utilizada e que pode ser adequada aqui é sincronicidade.
Esta semana dois personagens povoaram minha mente e estiveram fazendo companhia, com suas palestras e ensinamentos. Me fizeram refletir sobre textos/poemas escritos e publicados no livro “Lapidar o ser II – Em nome de todos”, sob o título “Em busca da felicidade”. Neste poema, momento de introspecção e reflexão, fiz um relato sobre a busca da felicidade em coisas e pessoas, e que o cansaço da busca, me fez parar de buscar. Foi então que o milagre aconteceu, e a felicidade invadiu todo meu ser.
            É isso, queridos leitores! É isso que está sendo difundido atualmente por pessoas que tiveram sua trajetória de busca, tanto na ciência quanto na espiritualidade. A partir da leitura do livro “O Universo autoconsciente” de Amit Goswamit, quando ele destaca que “De acordo com a física quântica, mesmo que os dois estejam separados por imensas distâncias, os resultados de observações feitas sobre eles indicam que deve forçosamente haver alguma conexão entre eles que permita que a comunicação se mova mais rápido do que a luz”. p.15, e ao ouvir as palestras de Sri Prem Baba sobre o movimento para que as pessoas encontrem o seu propósito de vida, é que compartilho essas reflexões.
Por acreditar que esse movimento pode transformar as pessoas e o mundo, transcrevi a palestra e os convido para refletir também. Qual é o seu propósito de vida?  E ele fala assim, com voz suave e cheia de amor “O propósito é o amor em movimento. Através das suas ações, dos seus dons e dos seus talentos. O ser humano cumpre seu propósito, quando ele pode se tornar um canal deste amor. Quando pode colocar os seus dons, os seus talentos, sua inteligência, todo seu repertório a serviço do bem comum”.
            “Quem é você por trás do seu nome da sua história? Por trás da sua personalidade? Para que você nasceu aqui neste mundo? O que você veio fazer aqui? Quando você se permite estudar a si mesmo, se voltar para dentro, olhar para si mesmo, a felicidade que você busca está dentro de você. A consciência do propósito está dentro de você. São fragrâncias do eu real que te habita, da sua verdadeira identidade, do ser que te habita.  E você vai chegando aos poucos nesse ser. Na medida em que intencionalmente se move a ele na medida em que intencionalmente você se pergunta: Quem sou”?
            “No início você vai identificar quem não é você e vai deixando cair. Até aquilo que é você, se manifesta. E quando se manifesta, vem com esse sentimento de encaixe, de pertencimento, de satisfação, e da certeza de que você está no lugar certo. Vem com paz, com serenidade. Existência, consciência e bem-aventurança”.
            E a maneira de se chegar a esse propósito ele destaca que: “A fase zero desse processo é o cultivo do silêncio! A fase zero desse processo de autoconhecimento e de desvendamento do amor e da consciência do propósito, é o cultivo do silêncio”! E assim como ele eu convido, “Vamos experenciar”?  (Transcrição da palestra de Sri Prem Baba - Propósito e Felicidade Plena)


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Lapidar o ser, 20 anos - Releitura

Lapidar o ser, 20 anos - Releitura


Abro o meu livro Lapidar o Ser, publicado em 1998, 20 anos atrás, e o que leio na abertura é o poema que escrevi para agradecer.

Agradecimentos

Este é o meu melhor presente
Recebi de muita gente
Desde o meu primeiro momento
Desde o meu nascimento
E com todo meu carinho
Expresso meu agradecimento
Minha família, obrigado
Meus parentes, obrigado
Meus amigos, obrigado
Meus inimigos, obrigado
E a quem mais me ensinou
E em tudo se confirmou
Seu maior mandamento
Entrego a minha vida
E a minha gratidão em pensamento

“Amai-vos uns aos outros”
Assim como Jesus Cristo nos amou.

Esse é um marco na minha trajetória de vida que me possibilitou muito aprendizado. Hoje diante de tudo o que ainda estou aprendendo, neste vasto campo de informação que é a internet e inserida no campo da ciência e da educação, percebo quão incrível é o autoconhecimento, a conexão espiritual e a sintonia com as leis universais.
Em seguida surgiram muitas pessoas falando sobre o segredo e as leis da atração. Tudo o que li e me aprofundei no estudo trazem em primeiro plano a gratidão, pois é esse sentimento que nos conecta com a energia divina criadora e com tudo a nossa volta que está na mesma sintonia, produzindo uma vibração positiva de saúde, paz, prosperidade e amor.
Outra coisa que aprendi, e que, inconscientemente eu já sabia e externalizava, é que para tornar-se realmente agradecida é preciso perceber, lembrar e declarar/retribuir. Esses são os passos para que a gratidão na sua plenitude seja alcançada, e que nos remete ao sentimento pleno de felicidade.
E quanto aos ensinamentos de Jesus podemos trazer uma passagem bíblica que ilustra o sentimento de gratidão. Aquela que fala sobre a caminhada de Jesus num lugar onde os leprosos viviam isolados, sem fé ou esperança na vida, e ele promove a cura de 10 leprosos. No entanto somente um voltou-se para ele para agradecer e expressar o seu contentamento a quem o curou. E Jesus diz: Somente o agradecido conquistou a cura definitiva, pois se conectou ao criador, por meio da gratidão. Os outros obtiveram a cura do corpo, mas não do espírito, pois não houve mudança de pensamento e comportamento.
Um ponto chave ainda está obscuro para muitas pessoas. Em que momento ocorre a passagem da matéria para o espírito? Cientistas pesquisam constantemente a evolução da matéria e da vida. Os físicos da atualidade provaram que o mundo físico é um grande mar de energia. No mundo da física quântica nada é sólido, e com esse pressuposto lança luz sobre as verdades do nosso mundo desafiando o conhecimento aceito até então.
Tão bom fazer a releitura do que foi escrito a 20 anos atrás e atualizar nossa percepção após tudo o que foi apreendido e também pelo contato com as descobertas no campo da ciência, da informação e da educação. Imensamente agradecida.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

A escola e a era digital: duas vias paralelas na rede pública de educação



Um dia desses, no final de turno, um aluno saindo rapidamente da sala de aula, exclamava “finalmente saindo deste presídio”. Para este aluno a escola e a sala de aula representam uma prisão. Ele não se sente motivado. Estudar o que está proposto no currículo é maçante, as coisas lá fora são bem mais interessantes.
Procuro refletir sobre as práticas da prática educativa junto. No primeiro bimestre deste ano letivo, junto dos alunos, refletimos sobre a era digital, o uso adequando da tecnologia a partir de uns textos para leitura e reflexão sobre A geração digital e o Perfil do Jovem Brasileiro, no tema “ A globalização e a constituição das redes geográficas”.
Quais recursos utilizados pela geração digital? A reflexão apontou que: o celular 99%, para os jovens o celular já faz parte da indumentária, parece uma extensão do corpo físico e não podem sair sem ele. Se ficarem sem o celular, entram em desespero, “ai meu deus parece que está faltando alguma coisa”, “é mais fácil perder o filho do que o celular”.  Utilizam para se comunicarem com os grupos afins: de estudos, de trabalho, de futebol, ou utilizam para acesso a contas bancárias, para compras, pagamento de contas. Já o computador (mais notebook) utilizam para pesquisar conteúdos escolares, acessar vídeos no you tube tanto para os estudos quanto para o lazer (seriados, filmes, documentários).
Outras questões para refletir: A era digital significou um retrocesso na forma de pesquisar? Os estudantes não sabem realizar uma pesquisa? Com a possibilidade de usar as teclas ctrl C e ctrl V os estudantes nem se preocupam em ler o conteúdo? E os estudantes pontuam: Em relação as pesquisas que realizam, primeiro procuram ver se o site é seguro (observam o cadeado na linha de pesquisa); comparam os sites sugeridos pelo google; procuram pesquisar em sites mais usados; os que apresentam menos conteúdo, mais resumido; procuram sites que oferecem linguagem mais compreensível, do nosso nível intelectual. E afirmam:  “Saber a gente sabe pesquisar, não é que não foi ensinado, o problema é a falta de tempo, a preguiça, a pouca vontade, muitas vezes falta foco; e admitem que outras atividades são priorizadas, por exemplo: futebol, trabalhos domésticos, ou na propriedade rural, alguns já possuem trabalho assalariado, e acrescentam que dedicam muito tempo às redes sociais – facebook, instagram, snapchat, whats app, msn, skype, youtube.
Por mais que eu, professora da educação básica desde 2005 na disciplina de geografia, procure diversificar as formas de ensinar, ainda percebo que não é agradável para muitos o ato de aprender. Me questiono e me reinvento diariamente diante de tais argumentos. Percebo-me no campo da educação em constante movimento para acompanhar a evolução da ciência e das novas tecnologias.
Em nosso Estado, Santa Catarina, há um Plano Estadual de Inovação e Tecnologias Educacionais. Importante ferramenta apresentada neste sentido, e de amplo planejamento para o período de 2018 a 2022. São iniciativas para melhorar a qualidade da educação pública catarinense, com investimentos em infraestrutura, construção de novas escolas, reformas e melhorias nas já existentes. Outro objetivo é a qualificação contínua da gestão das unidades estaduais, por meio de medidas como o Plano de Gestão Escolar. Os gestores reconhecem que A área da educação é essencial para desenvolver a sociedade de Santa Catarina plenamente e que é preciso educar para garantir oportunidades iguais e para promover um estado cada vez mais justo e democrático para todos.
Discutem, admitem e discursam, mas assim como aquele jovem se sente em uma prisão, em plena era digital a educação básica representa uma encruzilhada, pois o mundo fora da escola oferece outras possibilidades muito mais atrativas. Como equacionar essas questões na escola pública? E na sala de aula? Ser professor desta geração é um desafio diário. Estamos diante de várias encruzilhadas, e as vias da máquina pública são paralelas, pois do mesmo modo que criam programas e planos de desenvolvimento, por outro lado criam leis que desvirtuam o comportamento dos alunos, a formação e a carreira dos professores.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

HO'PONOPONO PARA O MAR


Ho'ponopono é uma técnica de cura interior que parte da “realidade” individual produzida por nossa mente. Aquilo que você sente, ouve, vê e até as coisas ou pessoas que conhece sofrem influências do seu “eu” interior. Sendo assim, você é responsável pelo que pensa e sente. O principal objetivo do ho’oponopono é buscar a cura de problemas criados por meio do perdão, principalmente, o de si mesmo. Isso é feito com a compreensão de que o que acontece com você não importa, mas o que você fará com aquilo que aconteceu é o que realmente interessa. Se a sua mente e seus pensamentos te causaram problemas, eles também são capazes de resolvê-los.
Como começar 
Para colocar o ho’oponopono em prática, apenas diga (mentalmente ou em voz alta): sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato. É possível que você já comece a experimentar sentimentos de compaixão, novas sensações internas assim que acabar de pronunciar todas as palavras pela primeira vez. Quando a energia que estava bloqueada começa a ser liberada pelas células, também é comum que os praticantes sintam vontade de bocejar ou suspirar.

sábado, 14 de julho de 2018

Sou um ser pensante e curioso por natureza.



Me pego a refletir sobre os caminhos percorridos e tudo o que está por vir, pois a minha curiosidade é infinita. Não consigo ficar na margem olhando as mudanças acontecerem, mesmo tendo por hábito ficar ensimesmada por algum tempo.
Sou curiosa por arte, ciência e espiritualidade. Sou curiosa pelo aparente e pelo oculto. Sou curiosa pelas ciências humanas e pelas ciências místicas. Sou curiosa pelo planeta Terra e pelo Espaço sideral. Sou curiosa por gente e por natureza. Sou apaixonada por poesia e por geografia. Sou apaixonada por mar e por rio. Sou apaixonada por montanhas e planícies. Sou apaixonado pelo sol e pela lua.  Sou apaixonada por poesia e por geografia. Sou apaixonada por escrever e por falar. Sou apaixonada por cantar e por silenciar.  Sou apaixonada por me conhecer e comunicar. O que eu aprendo, aplico e me faz bem, tenho vontade de propagar.
Em setembro de 2017, depois de passar por uma fase de imersão nos estudos do mestrado, algumas reflexões povoaram minha mente. Aquelas reflexões intimistas. Vontades de me expressar em outra linguagem, menos acadêmica.  Em qual caminho em me perdi? Os caminhos que percorri me trouxeram até aqui, e agora? 
Observando e lendo o mundo agora, com minhas lentes aprimoradas, para ver melhor o que está perto, mas também o que possível visualizar ao longe, retrocedo no tempo e busco inspiração nas imagens e nos textos que escrevi a mais ou menos 30 anos atrás, os quais estão colocados no primeiro livro de poemas publicado, “Lapidar o Ser”.
Neste primeiro ensaio de comunicação, em formato de livro, fica evidente os gostos citados no início. A capa da frente do livro tem uma fotografia feita por mim de uma onda quebrando nas rochas, e o texto do final da capa diz o seguinte: Assim como as pedras brutas são lapidadas pelo contato com outras pedras, ou pelo movimento dos ventos e das águas; assim somos nós, quando nos encontramos com nosso eu interior, ou quando pelo convívio com outros seres, podemos lapidar então a pedra bruta que temos dentro da alma, nos impulsionando para o alto. 


Aprenda a me conhecer e me respeitar como pessoa, que passarás a me admirar como mulher. (Lapidar o ser, p.11)


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

De poesia livre à dissertação de mestrado. Superação total. Viva Sou Mestre em Educação.

Investigando o caminho do Eu mestre – Parte 2.

Alegrias, alegrias, alegrias... hoje eu sou mestre. Os desafios foram superados. Hoje posso escrever sem sentir dor. O que aconteceu? Foram os obstáculos que surgiram enquanto professora da educação básica estadual, que participou de um processo seletivo para se afastar das funções laborais e se dedicar aos estudos. Na verdade, ainda não sei como aconteceu. De uma hora para outra o setor responsável pelo recebimento e concessão do afastamento para cursar uma pós-graduação, também responsável pela emissão da portaria que autorizava o afastamento da escola, se deu conta que havia errado em conceder o afastamento.  
Hoje percebo que, aquelas pessoas que trabalhavam no setor, ao se darem conta dos erros cometidos precisavam resolver o problema. Para isso não interessava a forma como ocorreu o fato, mas sim, resolver a situação sem se comprometer. O jeito mais fácil foi colocar a culpa na servidora que foi afastada, com ameaças e sob justificativa de que se não retornasse às atividades funcionais na escola isso poderia ser caracterizado abandono de emprego e por consequência, exoneração do cargo. Alguém imagina o que isso representou para uma pessoa que sempre teve conduta ética?
Foram dias de muito sofrimento. Dor por ter recebido a notícia daquela maneira. Dor por ter que abandonar um projeto de estudos. Dor por ter que voltar para escola desmoralizada. Raiva por ter acreditado nas informações repassadas. Desilusão por estar vivendo uma situação daquelas, por ter acreditado nos discursos inflamados por uma educação de qualidade e igualitária. Percebi que foi tudo ilusão = “erro de percepção ou de entendimento; engano dos sentidos ou da mente; interpretação errônea, confusão de aparência com realidade, confusão de falso com verdadeiro”.
Ao receber a notícia precisei de alguns dias para aceitar e me recompor. Nem conseguia ir para a escola. Sentia dores de cabeça, dores no corpo. Cinco dias depois, enfim consegui sair do estado de dor e comecei a trabalhar. Desde então passei a buscar alternativas. Procurei conversar com pessoas via e-mail para reverter a situação financeira. Além de voltar ao trabalho eu responderia um processo administrativo para devolver o dinheiro que havia recebido nos dois meses e meio que fiquei afastada. Nenhuma proposta foi aceita. Foi então que recebi uma pastinha contendo o tal processo administrativo. Quando li o texto e os valores que iriam me cobrar fiquei mais uma vez indignada. Não assinei. Argumentei que os erros não foram meus, que eu busquei todas as informações e quem emitiu a portaria deveria ter mais motivos para saber dos trâmites legais e assumir o erro.
Outro motivo que me deixou muito triste foi o fato de não receber nenhum afago das pessoas que me conheciam e estiveram trabalhando comigo esses anos todos. Pelo contrário, concordavam com as instâncias superiores dizendo que a culpa era minha. Devolveram aquele processo escrito. Passaram alguns dias recebi um aviso do correio para eu retirar uma correspondência. Para minha surpresa era um comunicado da gerencia de educação sobre a devolução do dinheiro. Que a partir do próximo mês estariam debitando os valores direto no meu contracheque.
As coisas que estavam escritas naquela correspondência, no parecer do advogado, uma folha que foi feito cópia, toda desbotada, serviram de subsídios para muitos e-mails com o assinante daquele processo. Simplesmente desolador saber que num momento como este ninguém se compromete e ninguém assume suas palavras e ações. O desfecho foi deliberado. Diante de tamanha arbitrariedade não tive outra saída.  No mês seguinte começaram os descontos no meu salário. Só poderiam descontar o valor de 10% do meu vencimento. E isso está acontecendo até hoje. Ainda não consegui devolver todo montante aos cofres públicos. O que pensar sobre esse episódio? Uma bofetada na cara. Ainda mais, sendo de conhecimento geral da nação, toda roubalheira e descaminhos do dinheiro público.  
Foram dias de muita tristeza. Foram vários sentimentos ao mesmo tempo. Mas nem por isso desisti. Continuei no meu projeto de estudos. Fiz o processo seletivo para o curso de mestrado, na mesma universidade que cursei um componente curricular isolado. Fui aprovada e consegui uma bolsa de estudos, modalidade taxas. Eu não precisava pagar a mensalidade. Fiquei isenta desta. Em contrapartida precisava disponibilizar 20h, além das aulas presenciais. No primeiro semestre do curso foi tudo lindo. Conseguia conciliar dar aula e assistir às aulas.
A máquina administrativa pública agiu com rapidez e agilidade para cobrar da professora que acreditava na educação. Quem ainda quer ser professor? Essa foi a reflexão que deu origem ao primeiro artigo científico do curso de pós-graduação e que foi apresentado no XII Congresso Nacional de Educação – Educere, com a temática: Formação de professores, complexidade e trabalho docente.  Artigo completo você encontra no link do evento: http://educere.pucpr.br/p1/anais.html?tipo=2&titulo=&edicao=5&autor=RAQUEL+MARMENTINI&area=54

ALEGRIAS... ALEGRIAS... ALEGRIAS... Eu superei todos os obstáculos HOJE EU SOU MESTRE EM EDUCAÇÃO!

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...