domingo, 31 de março de 2019

Sobre os relacionamentos e o fortalecedor dom do perdão.


                Sempre que algo inquieta a alma e olhamos para dentro, podemos buscar iluminação para melhorar nossos sentimentos, mudar o pensamento e agir noutra direção. É aí que aparecem os mestres de luz que estão dispostos a nos ajudar. A ajuda vem de onde eles estão, em todo lugar, e em conexão com todos. A reflexão de hoje chegou logo cedo neste texto que foi publicado em áudio num canal do youtube com mensagens de luz, com o seguinte teor:
“A medida que as frequências mais elevadas de luz e sabedoria do criador permeiam a terra e a humanidade, uma mudança radical na consciência está ocorrendo cada vez mais. Preciosas almas estão questionando suas crenças básicas e examinando os seus padrões de vida, as muitas estruturas que construíram tanto em sentido físico quanto mental e que constituiu sua realidade pessoal.
O medo e a incerteza estão desenfreados e a grande maioria das pessoas teme que os melhores tempos tenham passado e que o futuro pareça sombrio incerto. É normal resistir ou sentir-se desconfortável com as mudanças dramáticas, sobretudo quando as pessoas sentem que não estão dirigindo nem controlando o seu futuro, por isso é tão importante conectar-se a sabedoria do seu superior e também aos seus maravilhosos guias e professores angélicos.
Saibam que o caminho para casa sempre esteve disponível e o retorno aos domínios da iluminação garantido. Todavia, percebam que o segredo de como conseguir isso advém do seu interior, não do mundo externo. O processo de transformação interna pode ser realizado com facilidade e de graça. Quando se obtêm acesso à sabedoria dos seus coração e mente sagrados, são incentivamos a aproveitar todas as maravilhosas informações que provém dos reinos de luz, por intermédio dos muitos mensageiros e professores que dedicaram suas vidas para produzir sabedoria universal avançada.
Mestre Arcanjo Miguel diz: meus amados vocês estão profundamente imersos no processo de curar transgressões passadas e deliberar as memórias dolorosas de suas muitas vidas passadas no plano terreno e também daquelas em todo o sistema solar e na galáxia. Já dissemos anteriormente não serão punidos. Podem por favor prestar atenção às nossas palavras: vocês não são julgados, nunca o foram por ninguém, nem por qualquer ser dos reinos invisíveis ou superior. Vocês são os únicos que se julgam sob as leis universais de causa e efeito. Todos os seus pensamentos intenções e ações ficam guardados no seu campo ao longo e no seu sistema de chakras, por onde irradiam os padrões vibratórios criados, que emanam de vocês em um padrão infinito e os recebem de volta nas mesmas frequências e medidas.
No passado frequentemente se levava muitas resistências para colher as recompensas pelas ações positivas e amorosas ou para experimentar as penalidades pelas ações negativas ou prejudiciais, e consequentemente, em geral, não era tão óbvio que os justos fossem realmente, recompensados e que os injustos também recebessem sua retribuição equivalente. Reiteramos, nenhum ser grande ou pequeno distribui prêmios ou castigos, as leis universais são firmemente adequadas e o seu superior supervisiona o seu progresso ou a falta dele, seja abrindo caminho a seguir e abençoando-o com milagres grandes e pequenos, seja por colocar mais obstáculos diante de vocês na esperança de que despertem e acelerem os passos na espiral da ascensão.
Queridos corações, muitos de vocês estão carregando grandes fardos do passado, erros que cometeram nesta existência e também, muitos provenientes do passado condicionante e das lembranças ocultas de eventos ou ações dolorosas de todas as suas vidas anteriores.
Manter tais memórias, ou carregar os fardos da iniquidade, não lhes convém. É hora de vocês permitirem que nós os ajudemos a curar as memórias dolorosas que estão armazenadas em seu veículo físico, em seu campo áurico, do mesmo modo que removemos as distorções dos padrões de crença da consciência coletiva da 3ª e 4ª dimensões, restaurando tais dimensões”.
Arcanjo Miguel - Amado Mestre transmitida por Ronan Barra.

...continuará na próxima edição.

           

Sobre relacionamentos e o "EGO ESPIRITUAL”?


            Neste período que muitas pessoas usam máscaras e alegorias para brincar nas festas, fazer uma relação com o que acontece no cotidiano, bem pertinho de nós, é uma boa reflexão. Temos mulheres maravilhosas que podem ser muito melhores do que são, no entanto se enveredam por caminhos de falta de amor próprio e com isso desfazem laços afetivos, desrespeitam os laços de sangue e maldizem, e desconhecem o poder da gratidão. Em primeiro lugar deveriam aceitar-se por inteiro pois são dignas de viver em alegria e amor. No entanto preferem viver enredadas nos sentimentos de baixa frequência, e com isso minam a atmosfera por onde passam.
            Enquanto refletia sobre as situações corriqueiras, me chegou um texto, por meio de um grupo de luz, que veio ao encontro dos meus pensamentos. Segue o texto.
“No imperdível filme 'Eu não sou o seu guru', Toni Robbins disse mais ou menos assim: 'Você pode ter força espiritual, meditar todos os dias e ser o melhor nisso, mas se não sabe se relacionar, não evoluiu nada.'
Essa é a mais pura verdade! O que mais vemos por aí é uma galera grande se achando evoluído porque tem uma religião, porque faz caridade, porque faz Yoga, porque é vegetariano, porque medita. E a moda virou tirar foto fazendo poses maravilhosas de posturas lindas, em lugares mágicos, fazendo mudras, com os indicadores unidos na meditação, fotos 'uau' de invertidas (de cabeça para baixo). E a galera vibra! E se acham super evoluídos mesmo!
Mas como eu sempre digo aqui, amores. O que nos faz crescer e evoluir são as nossas relações. São elas que nos mostram verdadeiramente quem somos. De nada adianta fazer tudo isso, se ainda não sabemos nos relacionar e se não estivermos conscientes de que essa é a única forma de crescer. Porque meditar é fácil! Frequentar casas espirituais também! Ser generoso dentro dos templos é mais fácil ainda! O difícil é trazer tudo isso para o dia a dia, nas relações. Porque nelas experimentamos intimidade e na intimidade as nossas vulnerabilidades são expostas. É aí que mostramos mesmo quem somos. É aí que as nossas sombras aparecem. E é aí, no dia a dia das relações, que podemos nos trabalhar para melhorar.
Nesse momento da intimidade, as mentiras que contamos para nós e para o mundo, não se sustentam. Aí não tem meditação, Yoga, ou Espiritualidade que sustente as nossas mentiras.
É claro que tudo isso nos conduz a um lugar melhor de nós mesmos. É maravilhoso fazer tudo isso. Mas não basta! Todas essas coisas são parte do caminho, parte do caminhar. Todas essas formas de nos acessarmos fazem parte da teoria, mas a prática mesmo são os relacionamentos.
Não basta meditar todo dia e se aborrecer constantemente com o (a) companheiro (a), ou com os filhos, ou com os pais.  Não basta se espiritualizar, fazer caridade e tratar mal o porteiro, o garçom, o caixa do supermercado, aquelas pessoas que encontramos no trânsito, o empregador, e muito menos aquelas pessoas que fazem parte de nossos laços afetivos.
E não basta achar que somos maravilhosos e seres elevados, se não conseguimos saber, de verdade, quem somos. Não adianta fazer de conta que está se aprofundando, quando na verdade o olhar só fica na superfície, colocando a responsabilidade de tudo nos outros. O nome que se dá a todas essas pegadinhas é Ego Espiritual. E o mundo está cheio deles. Pessoas que até têm uma boa intenção de transformação, mas que, na maioria das vezes, não conseguem reconhecer seus erros, suas falhas e vão colocando as responsabilidades daquilo que não deu certo no outro.
Então, é preciso estarmos atentos ao nosso ego espiritual. É preciso estarmos atentos a quem somos e o que lá no fundo desejamos. É preciso reconhecer que se nos julgamos melhores e/ou mais evoluídos porque não comemos carne, porque produzimos menos lixo, porque andamos de bicicleta ou por qualquer outra coisa, tudo o que não somos é “evoluídos”. Porque seres evoluídos não se comparam e não competem. Eles são o que são, sabem disso e não precisam provar para ninguém. E se você descobriu que seu ego espiritual está gritando aí dentro, que bom, pode ficar feliz por estar se tornando consciente dele. Porque é só através dessa consciência que podemos melhorar.
Seja bem-vindo ao mundo dos que são de verdade!!!" Auto responsabilidade é tudo o que precisa. Assumir decisões e escolhas sem medo de ser feliz agora. As consequências podem ser positivas se os sentimentos forem nobres. 

(Texto adaptado a partir do texto de Tali Kailash - Tela: "Reunião de Família", Marlene Kurland)

O que é constelação familiar?


Todos nós possuímos problemas, características e cargas emocionais que nem sempre sabemos qual a sua origem ou o motivo que faz nos sentir assim. Acontece que, muitas vezes sem saber, essas nossas dificuldades são resultadas a partir de nossos sistemas familiares e é isso que a Constelação Familiar estuda.
A Constelação Familiar é um conhecimento/filosofia e também uma aplicação terapêutica que fala sobre a influência dos nossos relacionamentos familiares em nossa vida. O filósofo e psicoterapeuta Bert Hellinger, um dos principais pensadores sobre o assunto, observou que muitas vezes repetimos em nossa vida acontecimentos difíceis que tenham ocorrido a nossos familiares no passado.
Segue uma profunda reflexão de Bert Hellinger, deste alemão que já foi padre, largou o celibato e tornou-se psicoterapeuta e escritor. Atualmente está com 93 anos e ficou conhecido mundialmente pela criação do método "Constelação Familiar”
"A vida decepciona-o para você parar de viver com ilusões e ver a realidade. A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante. A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como "É".
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar a agradecer. A vida envia pessoas conflitantes para te curar, para você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro. A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio. A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de "reagir". A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo. A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo. A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti. A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir. A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo. A vida o humilha e por vezes a derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir. A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe. A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver. A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então torna-se tudo. A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração. A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e busca-los. A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta... mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste... até que só o AMOR permaneça em ti”. Eis o aprendizado maior!
Na prática, a Constelação Familiar mostra que muitos de nossos problemas, doenças, incompreensões e sentimentos ruins podem estar ligados a outros familiares que passaram por essas mesmas adversidades, mesmo que não tenhamos conhecido os mesmos. Esse método explica que há uma repetição de comportamentos de acordo com gerações, mesmo que de uma maneira inconsciente.
É uma ferramenta maravilhosa, de muita transformação, de muita cura interior, de eterno aprendizado. Impossível explicar em palavras o que acontece nas constelações, assim como não é possível explicar e uma pessoa entender o sabor de uma fruta, é preciso experimentar, e mesmo assim pode ser que você goste ou não. E sem julgamento. Apenas aceito e respeito o seu caminho.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Atitudes que nos levam aos comportamentos quânticos



Seguindo a lógica das edições anteriores a abordagem de hoje é sobre os comportamentos quânticos. O que já era proposto em outras linhas do conhecimento, as denominadas ciências ocultas e o desenvolvimento espiritual com ênfase nas práticas de comportamentais para entrarmos em fase harmônica com a vida e com a natureza mais profunda de cada um.
Atualmente os estudos adentram a Física Quântica, e mesmo não sendo um físico, está ao nosso dispor conhecimento suficiente para que possamos compreender os processos quânticos atuam sobre a nossas vidas, da mesma maneira que podemos nos servir dos princípios quânticos para construir contextos favoráveis, concretizar projetos, alcançar metas, resolver problemas, consolidar relacionamentos, superar deficiências, curar doenças. Osny Ramos, autor do livro “ A física quântica na vida real” nos convida a relembrar aquelas histórias que ouvíamos na nossa infância, “sobre o que as fadas podiam fazer com as suas varinhas mágicas e que tudo pode ser feito a partir do momento que passamos a compreender o significado dos princípios quânticos, e saber onde, como e quando eles atuam em nossas vidas.
Nas palavras de Orny Ramos: “Sabe-se que a mente humana é naturalmente quântica. Um objeto quântico na sua individualidade é invisível, intangível, imponderável, incomensurável, onipresente, não espacial e não-temporal. O Quantum é praticamente um nada para a percepção, e sua percepção é tão abstrata quanto um desejo ou uma intenção. Ambos transcendem a realidade material e acontecem num mesmo nível ontológico, não cósmico.
Portanto, no nível mental, você não estará fazendo coisas diferentes, quando observa um objeto quântico e quando tem um desejo. Para a sua mente, essas duas coisas têm um mesmo grau de abstração. Percebeu? Esse é precisamente um dos argumentos fortes, capaz de fundamentar com consistência a ideia de que, se a mente humana é capaz de materializar um objeto quântico, então ela também é capaz de concretizar um desejo.
Portanto, os princípios quânticos que possibilitam o Colapso da Função de Onda pela mente humana, são os mesmos que possibilitam a materialização de um desejo. Porém, um bocado de pessoas – e entre elas também certos físicos – negam a utilização dos princípios quânticos na realidade humana, uns por falta de conhecimento (pessoas) e outros por preconceitos epistemológicos (físicos). ”
A partir do exposto vamos discorrer sobre quais atitudes levam aos comportamentos quânticos, com base nos estudos compilados no livro Vida Infinita de Horácio Frazão. A saber: aceitação, gratidão, observação e apreciação.
A aceitação é o comportamento quântico base, que está voltado para a auto aceitação inteligente que nos integra a realidade e nos faz seres reais e coerentes com a nossa verdade mais profunda. Se diante de uma situação que queremos resolver adotarmos um nível de resistência interna, estaremos no modo reativo. É quando aceitamos a situação como ela é que abre a possibilidade de nos tornamos proativos.
A gratidão tem um poder extraordinário. Quando agradecemos estamos permitindo antecipadamente uma nova evidência, ou seja, permitimos que aquilo pelo qual somos gratos torne-se um fato. A prática do comportamento de gratidão é essencial, pois além de polarizar nossas mentes para o positivo, ativa o sistema de recompensa e reconfigura o SAR, Sistema de Ativação Reticular e ativamos uma área em nosso sistema límbico, o centro das emoções no cérebro, responsável pelas vias do prazer, recompensa e motivação.
A observação implica em desidentificar-se da mente e criar uma perspectiva maior acerca da realidade. Observar é aguçar os sentidos para empoderar-se do momento presente. Ao nos percebermos no modo reativo, dominados por pensamentos e emoções, devemos restaurar a função do observador, nos conectando com o sentido da audição. Quando paramos para ouvir o som da vida ao nosso redor, naturalmente nos incorporamos de nós mesmos e reabitamos o corpo.
A apreciação é quando focalizamos a atenção no que está acontecendo agora e reconhecemos conscientemente tudo aquilo que é uma dádiva natural. Desde beber água, andar pela rua, ou na areia da praia são ações em si mesmas e se prestarmos atenção e apreciar o ato em si podendo reconhecer as sensações que surgem assim como podemos observar a natureza ao redor e reconhecer que estamos envolvidos o tempo todo pelo milagre da criação e da vida.
Fica então o convite para que cada um implemente o desenvolvimento dos comportamentos, de acordo com o seu próprio momento, de uma maneira leve, sem cobranças pessoais e excessos de expectativas. “Toda caminhada começa com um simples passo”. (Buda) 


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O que fazem as emoções negativas e a escala das emoções.



O campo de estudo das ciências humanas atuais mostra que é preciso olhar o ser humano de uma forma mais sistêmica e abrangente. Há uma influência direta do psiquismo humano sobre o corpo humano, a mente humana está sendo devassada, por exemplo, a psicossomática que se ocupa em entender os mecanismos psíquicos e emocionais relacionados a manifestação de uma série de disfunções físicas. Certos estados emocionais produzem certos estados fisiológicos.
Já é sabido que as emoções negativas fazem com que os nossos propósitos de evolução espiritual, da prosperidade material e dos relacionamentos se distanciem de nós. E essas emoções negativas roubam a energia, a disposição e, em algum momento, destroem as estradas do nosso destino. Precisamos lembrar que, a cada dia que passa, estamos à mercê das emoções, tanto positivas, quanto negativas. Somos bombardeados por um turbilhão de informações, ainda mais nessa “era digital”.
Aqueles valores antes importantes, já não fazem tanto sentido. O lugar comum, é a violência e o sofrimento que se assiste todo dia pela TV, ou então pelas redes sociais, com pessoas postando seus lindos sorrisos que não escondem o que a alma mostra. O momento existencial, o mundo, em que vivemos é de crise! E, por esse motivo, a saúde emocional das pessoas pode ser afetada. Consequentemente, precisamos saber como lidar com os efeitos das emoções, quer sejam negativos ou positivos.
Exemplos de sentimentos que geram vibrações negativas: Desapontamento, solidão, falta, tristeza, confusão, estresse, raiva, mágoa. Precisamos cuidar dos nossos pensamentos e emoções, e por isso compartilho resultado de estudos já compilados sobre a vibração e frequência de cada emoção.
VERGONHA: vibrando apenas 20 Hz, é a vibração mais baixa que um ser humano emite. A vergonha impede tomada de decisões, convivência social, não tendo experiências na vida, o que dificulta o aprendizado, a evolução e a tomada de ação, porque não se sabe o que dá certo e o que não dá. De forma mais amena, se manifesta como timidez. E em um nível extremo de vergonha a pessoa quer desaparecer, até suicidar-se, sentindo ódio de si mesmo.
CULPA (30 Hz): Vibração um pouco mais alta que a vergonha, pois, para sentir culpa a pessoa precisa agir. Pessoas assim criam muito pouco, fazem papel de vítima, culpando tudo e a todos por não conseguir ter sucesso em suas pretensões. Nunca inova, vive do passado. A religião para esse tipo de pessoa, alimenta nela o sentimento de que são pecadores.
APATIA (50 Hz): Perda da esperança e vitimização. Característica dos sem teto. As pessoas nesse estado não conseguem agir perante o que a vida apresenta.
DOR/SOFRIMENTO (75 Hz): Tristeza extrema, principalmente diante de perdas. Vibra mais que a apatia, pois o sofrimento transforma as pessoas e lhes tira do estado de apatia.
MEDO (100 Hz): As pessoas com medo se sentem inseguras diante às questões da vida, tudo se torna perigoso. Podem ter paranoicas, ficam preocupadas e estressadas. Muitas vezes necessitam de ajuda para superar e lidar com esses medos e sair dessa situação. Medos são crenças limitantes, que geram falta de qualidade de vida.
DESEJO (125 Hz): Nesse nível a pessoa é materialista ao ponto de nunca estar feliz com o que tem. Alimenta vícios e luxúria. É consumista, enquanto não compra o que quer fica impaciente e ansiosa. Somos nós que escolhemos qual efeito as coisas físicas terão sobre nós, podem ser boas ou ruins. Temos que ter equilíbrio.
RAIVA (150 Hz): É um sentimento de frustração, que pode ficar escondido em nosso interior ou ser exposto num momento de fúria, que também causa culpa, vergonha e mal-estar, pois, sempre após perder o controle, o indivíduo sente-se mal, por não ter conseguido controlar os sentimentos. Quando a raiva fica guardada dentro de si, se acumula e chega num ponto onde um “mosquito vira um boi”, causando uma “explosão”. O ideal não é guardar a raiva e sim tentar canaliza-la em outras coisas como sair ao ar livre para fazer exercícios físicos por exemplo.
ORGULHO (175 Hz): Esse é o estado de consciência predominante da humanidade atualmente. Dependente de circunstâncias externas (dinheiro, poder, fama, etc.). É o estado que leva ao nacionalismo, racismo e guerras religiosas. Um ataque a suas crenças, vira um ataque pessoal.
          Portanto é imprescindível que as pessoas saibam sobre as frequências produzidas, reproduzidas e emanadas que acabam ressoando e retornando para si. É importante despertar a consciência do maior número de pessoas. Aceite esse ensinamento. Tudo pode mudar a partir da consciência de cada um, uma vez que somos todos um.



A AMANTE. Simplesmente formidável!!!


Temos ouvido falar tanto em conservar os valores familiares que estão deturpados com tantos apelos culturais, no entanto, como estão se comportando os mesmos que criticam toda farra midiática e tecnológica?  Para que possamos refletir sobre os novos tempos e tudo o que se reflete no cotidiano social uma analogia que tem a ver com aquela frase, qualquer semelhança e mera coincidência, entre coisas ou fatos distintos.
Compartilho agora o texto A AMANTE de autor desconhecido que me chegou via whatsapp:
            “Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora novata e, em seguida, a convidou para morar com gente. A estranha aceitou e, pasmem, minha mãe também!
Enquanto eu crescia, na minha mente jovem, ela já tinha um lugar muito especial. Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau, e meu pai me ensinou a obedecer. Mas a estranha era mais forte, nos encantava por horas falando de aventuras e mistérios. Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! O chato é que não podíamos discordar dela. Ela sempre tinha a última palavra!
Foi ela quem levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia a gente rir e chorar. A estranha quase nunca parava de falar, mas o meu pai a amava. Tinha até ciúmes. Mandava a gente ficar em silêncio para poder ouvi-la. Muitas vezes a levava para o quarto e dormia com ela. Minha mãe não gostava, mas aceitava.
Agora me pergunto se minha mãe teria rezado alguma vez para que ela fosse embora. Meu pai dirigia nosso lar com fortes convicções morais, mas a estranha não se sentia obrigada a segui-las. As brigas, os palavrões em nossa família não eram permitidos nem por parte de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, ela usava sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai e minha mãe se ruborizar.
            Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool e fumar, mas ela nos incentivava, dizia que isto nos destacava na sociedade. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência por ela. Muitas vezes a gente a criticava, mas ela não se importava e não ia embora da nossa casa. Mas também a gente era conivente com toda esta situação.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então ela mudou muito, mas ainda continua jovem, prática, bonita e elegante. Está lá em casa, tranquila, esperando que alguém queira escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia, admirá-la. Seu nome?  A chamamos de TELEVISÃO!  Mais conhecida por TV. Agora ela arranjou um marido que se chama Computador, e tiveram um filho que se chama Tablet, e um netinho de nome Celular. A estranha agora tem uma família. E a nossa família? Cada um mais distante do outro”.
Ao ler este texto, olhando ao redor e percebendo a maneira que as pessoas estão se relacionando, não tem como dizer que os avanços tecnológicos não são bem-vindos, pois representam maior acesso ao conhecimento, maior agilidade e conexão com o mundo. Mas como está o convívio familiar? O mundo virtual é mais atrativo que a vida real? Atualmente, mais tempo se gasta no bate-papo em grupos dos mais variados interesses, do que no contato pessoal, que muitas vezes é frio e de pouca duração. Ah, então fico divagando... do que serão preenchidos os novos cérebros humanos? Quais serão as emoções sentidas e expressadas no meio de convívio social? Como serão as próximas gerações?


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Finalmente o decreto de desativação das ADRS foi assinado.


Recapitulando: Em qual momento surgiram essas secretarias espalhadas por todo o Estado? Com qual objetivo elas foram concebidas? Por que são alvos de tantas críticas? Por que promovem descontentamento na população com os gastos efetivos para serem mantidos esses órgãos governamentais?
Para oferecer uma pauta de reflexão, vamos buscar o contexto e configuração do que foi a descentralização governamental idealizada na campanha do candidato Luiz Henrique da Silveira para o governo do Estado de Santa Catarina nas eleições de 2002. Sua bandeira principal o chamado ‘’ plano 15’’, tendo como uma de suas metas lançadas no período, a necessidade de uma forte reestruturação, do governo do estado, que estava concentrado, e ausente do conjunto das regiões mais afastadas.
Com esta bandeira, alegando que o governo era autoritário e reprodutor das velhas práticas politiqueiras de submissão, via permissão de favores, como financiamento, convênios, isenções, o candidato Luiz Henrique derrotou o então governador Esperidião Amin e, além disso, emplacou dois mandatos consecutivos (2003-2006/2007-2010). Pelo visto o discurso foi somente para ganhar as eleições, pois as práticas eleitoreiras se reproduziram por muitos outros mandatos, onde o mesmo partido continuou no comando governamental.
Outro argumento utilizado que Santa Catarina havia se tornado um dos estados campeões nacionais no êxodo rural, causando crise urbana, por conta da ausência de políticas regionais de desenvolvimento agropecuário, ocasionando desemprego, subemprego, favelização, criminalidade. Além do aumento dos gastos do governo e o maior inchaço da máquina administrativa, outros graves problemas precisavam ser enfrentados, tais como a saúde pública e o aumento da criminalidade em certas áreas do estado, com destaque especial à própria Capital e às cidades de São José e Palhoça.
Isso sustentou a reestruturação político-administrativa proposta pelo governo de Luiz Henrique, que se baseou em quatro linhas básicas: a descentralização, a municipalização, a prioridade social e a modernização tecnológica. Ele acreditava que a melhor maneira de se fazer presente em todo o território estadual era operar a descentralização. Foi nesse intuito que o governo procurou redistribuir funções e criar novas secretarias e Conselhos de Desenvolvimento Regionais. Segundo o governo Luiz Henrique, a principal mudança trazida pela descentralização seria a transferência do poder de decisão para os catarinenses, por intermédios da atuação dos Conselhos de Desenvolvimento Regional.
No entanto, com o passar dos anos essas secretarias passaram a abrigar centenas de pessoas, como se fosse um “cabidão” de empregos de cargos comissionados e desvio de cargos efetivos de suas funções. Diante da situação em que se encontravam tais secretarias, foram alvo de muitas críticas. Com isso uma ação paliativa por parte do governo transformou as secretarias em ADRs, e mais recentemente, algumas foram extintas. Porém ainda há muito descaso com o dinheiro público e muitos desafios financeiros a serem enfrentados. Quais serão as novas ações do próximo governo? O que teremos de novidade na administração da máquina pública? A velha prática política da velha política será suplantada e extinta?
            Para complementar esse texto, hoje temos a notícia que finalmente o decreto de desativação das ADRS foi assinado e deve ser publicado nos próximos dias. Segundo o site de notícias do Estado, o processo faz parte da reforma administrativa do governo Moisés e Daniela, foi encaminhado para a análise da Procuradoria do Geral do Estado. Este decreto visa racionalizar os recursos públicos com a redução de estrutura e cargos comissionados, integrando, desse modo, o pacote de medidas para equilibrar as finanças. E nas palavras do novo governador, “A medida reforça o nosso compromisso em diminuir o tamanho da máquina pública, que precisa entregar serviço de melhor qualidade ao cidadão”.
            Felizmente o Estado pode contar com pessoas realmente comprometidas com suas funções de servidores públicos. É com essas pessoas conscientes, dedicadas e responsáveis que Santa Catarina pode vislumbrar um futuro promissor. Que os comandantes deste processo sejam perseverantes e comprometidos antes de tudo com toda população que merece receber serviços públicos de qualidade.

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...