terça-feira, 24 de março de 2020

QUAL A EFICIÊNCIA DAS MULHERES EM SITUAÇÕES QUE REQUEREM COORDENAÇÃO E COOPERAÇÃO



            Retomando o texto dos alunos Germano, Marcos e Milena. De acordo com a escritora Catherine Kaputa, autora do livro “A Marca de Mulher”, embora estudos sobre liderança demonstrem que existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático. As mulheres tendem a promover e envolver os funcionários, encorajando-os, compartilhando suas decisões. Elas são mais propensas a elogiar e a recompensar quando os projetos excedem as expectativas.
Precisamos conhecer e valorizar as características de cada gênero, para que seja possível resultados ainda mais positivos no mundo corporativo e, também, na vida pessoal. Existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático.
Como líderes, as mulheres têm mais que uma visão abrangente. Elas também são mais intuitivas na tomada de decisões e seu estilo de liderança é mais pessoal. Claro, um estilo de liderança como esse também tem suas desvantagens. Todas as mulheres são diferentes. Algumas podem ter um estilo feminino mais acentuado, outras são mais masculinas no comando.
            As mais felizes, com certeza, terão mais sucesso, são aquelas que conseguem entender e utilizar os melhores elementos dos dois gêneros sem perder a feminilidade. Isso pode se revelar no visual, com a maquiagem; no jeito de falar, mais meigo ou delicado; ou na maneira de se comportar; além disso, tendo a habilidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.
            Conforme especialista em desenvolvimento de líderes e em eficácia organizacional, o psicólogo e consultor norte-americano Jack Zenger diz que: Consideramos que um bom líder precisa ser uma pessoa que tem (ou busca ter) 16 competências de gestão: tem iniciativa, busca resultados, é honesto e íntegro, procura o autodesenvolvimento, sabe incentivar os outros, constrói relacionamentos, inspira e desenvolve os colegas de equipe, estabelece metas desafiadoras, promove mudanças, colabora e trabalha em equipe, soluciona problemas e analisa questões, inova, comunica poderosamente, conecta a equipe ao mundo exterior, desenvolve perspectiva estratégica e possui conhecimento técnico ou profissional.
As mulheres possuem habilidade para a comunicação participativa e fomentam a aprendizagem colaborativa. Na pesquisa, observamos que as mulheres se destacam em 12 dessas 16 competências; em três delas as mulheres têm um desempenho um pouco melhor. Os homens foram avaliados melhores, em apenas uma competência - a de ser capaz de desenvolver uma perspectiva estratégica.
        Constatamos com a nossa pesquisa que as mulheres estão presentes nos mais diferentes cargos e funções e que apesar das muitas diferenças entre os sexos feminino e masculino, ambos conquistaram o posto de líderes competentes. Infelizmente até os dias de hoje apenas 5% dos postos de chefia de empresas são ocupados por mulheres no mundo todo. No entanto, há também uma ligação entre a liderança feminina e o bom desempenho de uma companhia.
As mulheres tendem a ser mais sensíveis aos sentimentos da equipe, tendem a estar mais prontas para dar um feedback, tendem a ser mais cooperativas e colaborativas. As mulheres líderes não são tão competitivas quanto os homens. Além disso, elas foram mais bem avaliadas em quesitos que são tradicionalmente considerados fortes no sexo masculino, como ter iniciativa e buscar resultados. Não sabemos exatamente por que as mulheres têm essas características, se são questões genéticas ou culturais. Mas é preciso que o ambiente corporativo saiba que as mulheres têm habilidades de liderança impressionantes.                    
O bom desempenho de líderes dentro de uma empresa tem relação direta com questões emocionais, tais como a capacidade de colaborar, de comunicar e de trabalhar em equipe, as mulheres são mais propensas que os homens a serem “líderes transformacionais” e, como conselheiras ou instrutoras, procuram inspirar.             
Entendemos que para as mulheres serem líderes melhores, precisamos conhecer e valorizar as características de cada gênero para que os resultados sejam mais positivos no mundo. Defendemos que apesar se sermos “menina em turma de meninos” no mundo dos negócios, não precisamos agir do mesmo jeito, afinal, o gostoso é ser diferente.
           

Como a mulher conquistou o status de líder em sua trajetória na sociedade?



É com muita alegria e orgulho da produção dos alunos Milena Appel, Germano Einsfeld e Marcos Rodrigues que compartilho nesta edição sua pesquisa sobre a liderança das mulheres na sociedade atual.

Este trabalho tem como objetivo compreender como a mulher conquistou o status de líder, pois segundo sua trajetória na sociedade, observa-se que a mulher geralmente é a segunda opção em muitas frentes. A partir deste objetivo, buscou-se responder à seguinte pergunta-problema: Como a mulher conseguiu essa liderança?
Diante desta pergunta foram estabelecidas algumas hipóteses: Será que as mulheres optaram por ter menos filhos, para ganhar mais espaço no mercado? Possuem habilidades e são mais flexíveis? Realizam várias tarefas ao mesmo tempo? Trabalham com mais determinação na busca de seus sonhos e seus objetivos? A mulher sofre rejeição de algumas pessoas, por acharem que a mulher não vai exercer sua autoridade?
Para validar estas hipóteses buscou-se na pesquisa bibliográfica fundamentação para a abordagem dessa temática. Portanto a metodologia adotada é a pesquisa bibliográfica, com estudo do tema divulgado em sites na rede mundial (internet).
Assim, esse trabalho foi dividido em quatro partes, discutindo alguns tópicos como: a exigência de uma liderança racional, colaborativa, inclusiva e que oriente a equipe, na economia mundial; A eficiência das mulheres  em situações que requerem uma coordenação e cooperação, sobretudo, com equipes grandes e geográficas dispersas; a habilidade das mulheres para a comunicação participativa; e o fomento das mulheres para a aprendizagem colaborativa.
As conclusões apontam que as mulheres conseguiram algum destaque como liderança nos últimos anos se for comparado com outros períodos mais antigos da história.
Na economia mundial há certa exigência racional, colaborativa e inclusiva e que oriente a equipe. Algumas pesquisas demonstram a relação entre mulheres, homens e a liderança. Como por exemplo, um estudo realizado pela Society of. Personality and Social Psychology (J.C, 2019). Esse estudo revelou que homens se sentem diminuídos frente a mulheres em posições de liderança. A pesquisa que foi realizada em uma parceria entre Itália e EUA foi dividida em três etapas.
Num primeiro momento, foi simulada uma entrevista de emprego com 76 homens e mulheres por e-mail. Frente à entrevistadora mulher, os homens foram menos ousados na pretensão salarial. Dentre as mulheres entrevistadas, não se notou variação significativa no comportamento.
Na segunda etapa, 68 homens simularam uma divisão de bônus entre colegas de trabalho. Os homens teriam que decidir a porcentagem que eles próprios e os colegas mereceriam receber. Os perfis dos colegas eram: um homem em posição equivalente ao entrevistado, uma mulher em posição equivalente, um homem líder e uma mulher líder.
Os pesquisados cederam quantias maiores na divisão do bônus para colegas do sexo masculino. Caso o colega fosse uma mulher em posição de liderança, a fatia do bônus cedida a ela era ainda menor do que se estivessem num cargo equivalente ao do pesquisado.       
A última parte do estudo contou com 370 homens e mulheres que foram apresentados a colegas em posição de liderança e com personalidades distintas: ambicioso ou apenas dedicado.
Resultado: os casos em que os personagens fictícios receberam as menores quantias envolviam entrevistados homens lidando com colegas ambiciosas do sexo feminino. Esse comportamento é típico de homens que tentam proteger sua masculinidade.
Os pesquisadores concluíram que a reação dos homens é mais tranquila quando colocados à frente de um chefe homem ou de uma mulher trabalhando em cargos pouco expressivos, frente à ambição feminina notou-se uma relutância e uma agressividade muito maior por parte dos homens.
Mas qual é a eficiência das mulheres em situações que requerem uma coordenação e cooperação, sobretudo, com equipes grandes e geograficamente dispersas? De acordo com a escritora Catherine Kaputa, autora do livro “A Marca de Mulher”, embora estudos sobre liderança demonstrem que existem poucas diferenças entre os sexos, as mulheres parecem favorecer um estilo de liderança mais democrático.
Mulheres tendem a promover e envolver os funcionários e encorajam o compartilhando suas decisões. Elas são mais propensas a elogiar e a recompensar quando os projetos excedem as expectativas. Como líderes, as mulheres têm mais que uma visão abrangente. Elas também são mais intuitivas na tomada de decisões e seu estilo de liderança é mais pessoal.  (CONTINUA NA PRÓXIMA EDIÇÃO)

Qual é a representatividade da mulher no cenário político?


A partir desta edição vou compartilhar mais um trabalho de pesquisa realizado no projeto multidisciplinar na área das ciências humanas, nos componentes curriculares de Filosofia, Geografia, História e Sociologia, orientado pelas professoras das respectivas disciplinas. Este trabalho foi realizado por alunos da segunda série do ensino médio na Escola de Educação Básica Carlos, pelos alunos Aline Nitz, Carlos Elian Lopes Vieira.
            O tema escolhido para esta pesquisa foi “A Mulher na Política”, então, após algumas pesquisas e análises sobre o cenário atual, o trabalho estará voltado a responder a seguinte pergunta: “O número de mulheres no cenário político é inferior ao número de homens?”. Até chegarmos ao resultado foram elaboradas hipóteses que levaram em conta fatores sociais, biológicos, e, históricos. Ao total, foram estabelecidas, de maneira geral, quatro hipóteses: Sexo inferior; Carência na representatividade feminina; Discriminação; Machismo. Após a formulação das hipóteses, foram feitas inúmeras pesquisas sobre cada assunto na Web.
Segundo o IBGE, o número de mulheres no Brasil é maior que o número de homens, porém, em contrapartida, o nosso país possui uma representatividade política feminina muito baixa, devido à exclusão histórica das mulheres na política.
Desde o início dos tempos as mulheres são inferiorizadas, economicamente, culturalmente, politicamente e intelectualmente. Este mito já está presente em nossa sociedade desde o seu início até os dias de hoje. Algumas pessoas apontam a “superioridade” masculina como algo natural, ou seja, “Os homens são socialmente superiores, pois são naturalmente superiores”, porém, a grande responsável por esse feito é a sociedade. Um grande exemplo é o povo ateniense que mesmo sendo esses os criadores da democracia, reduziam a participação da mulher, a qual era educada para o mundo doméstico, o pai era quem escolhia seu marido. Após o casamento a subserviência feminina era destinada ao marido, e apesar das reformas políticas, não participavam das questões por serem consideradas inaptas para esse tipo de tarefa.
Mas, o gênero masculino nem sempre foi o sexo superior. Na sociedade primitiva, nos primórdios da humanidade, as mulheres eram quem governavam a vida social dos demais, diferente dessa situação em que nos encontramos hoje, antigamente, os primatas não tinham nenhum sentimento opressor ou discriminatório, totalmente pelo contrário, a sociedade primitiva era toda igualitária. Além disso, a maternidade era vista por eles como um dom dos Deuses.
Devido a algumas atividades como a caça, os homens ficavam longe de suas aldeias por longos períodos, dessa forma, as mulheres acabaram por desenvolver outras práticas produtivas para sua sobrevivência como a agricultura. Dessa forma, elas acabaram conquistando certa emancipação dos homens, aumentaram-se os alimentos e consequentemente a população também. E por muito tempo, essa harmonia entre homens e mulheres foi realidade, conseguia ampliar sua sociedade, o bem-estar social, entre outros benefícios.
Porém com a Revolta Agrícola, formulada por mulheres, ocorreu à divisão do trabalho onde o trabalho agrícola separou-se do trabalho industrial urbano, o trabalho manual do trabalho intelectual. Assim os homens acabaram tomando posse das invenções das mulheres, assumindo os cargos mais importantes, logo, para mulher, só lhe restaram suas funções biológicas, sendo excluídas da vida social, enfim, escravizadas. 
Felizmente, últimas décadas as mulheres saíram de suas casas, das atividades domésticas, dos cuidados com o lar, e dessa maneira passaram a conquistar, lentamente, direitos que lhes foram negados, sendo um marco muito importante para a história, o direito ao voto, no Brasil aprovado pelo Decreto n° 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, diz que, “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na fórma deste Codigo” (art.2). Vários movimentos feministas estão a surgir no mundo todo, estão lutando por seus direitos, porém, sabemos que é uma longa caminhada com vários obstáculos pela frente.
Não podemos afirmar a superioridade masculina ou feminina sem levar em conta os fatores históricos. Ao desenrolar da história tivemos períodos em que a superioridade feminina falava mais alto e momentos onde a supremacia esteve nas mãos masculinas. Dessa forma, é errado firmar um sexo como superior ou inferior, nossa sociedade não faz isso, porém, ela é exageradamente desigual.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Mais motivos para que 2020 seja o que há de melhor!


Seguindo pela vertente universalista e de profundo respeito às diversidades culturais, religiosas e de fé, nesta edição trazemos mais motivos para que 2020 seja um ano com o que há de melhor. Inicialmente destacamos as religiões afro-brasileiras, para entender que os Orixás desempenham importantes papeis e atuam como verdadeiros guias e protetores espirituais individuais e ao longo de determinados períodos.

Representados como forças da natureza, os Orixás exercem grande influência nas raízes espirituais brasileiras, recebendo inclusive um sincretismo com santos populares do catolicismo — a união e difusão desse “formato” fez com que a religiosidade dos Orixás ganhasse força inclusive entre os não praticantes da umbanda ou candomblé.

O ano de 2020 estará sob as energias dos Orixás Iansã, a senhora dos ventos e tempestades, e de Iemanjá, a grande mãe e senhora de todas as águas. A junção destas duas mães rainhas, influenciará na confiança, autoestima e fará com que todos compreendam que a disposição aliada à ação, poderão tornar o mundo melhor. Iansã domina a lealdade e Iemanjá o consenso, portanto o ano que vem a confiabilidade das pessoas será hipervalorizada. Todo engano e atitudes incertas serão expostas. Então, a transparência elevará o respeito social e favorecerá as vitórias.

O Orixá regente de 2020 é Xangô que tem como característica principal a busca e cobrança por justiça.  Sendo Xangô o justiceiro, em 2020, todos precisam redobrar os cuidados em suas ações sendo fiel às suas convicções. Todos aqueles que derem amor, receberão afeto na mesma proporção.  Por outro lado, aqueles que seguirem por caminhos tortuosos serão veemente punidos pelo Orixá.

            Portando as orientações são para observar quais são as características que precisam ser melhoradas, aprendendo com os próprios erros, e, se possível, consertá-los. Isso quer dizer que a busca para se tornar melhor colherá os frutos. Na mesma proporção, também colherá pela discórdia que plantar. No ano de Xangô, todos são julgados por todos os seus atos, até os pequenos. O Orixá regente do ano de 2020, Xangô, é considerado também o Orixá da inteligência. Assim, todos os seus planos relacionados aos estudos e a busca do saber serão beneficiados.

Outro ponto de vista muito difundido é o da astrologia. Qual será o planeta regente de 2020? Como ele irá influenciar nossa vida? O ano 2020 será regido pelo Sol (Deus Rá). É o astro do sucesso e da prosperidade, o que fará a energia vital correr ainda mais intensamente em nossas veias. Todas as áreas da vida que decidirmos priorizar serão iluminadas de forma mais potente. Teremos mais clareza e lucidez nas decisões. Nossa vida ganhará em abundância. Sob a regência do Sol, 2020 promete ser um ano maravilhoso.

No entanto, será preciso tomar cuidado com os excessos para que o Sol apenas nos alimente, sem queimar nossas ações, pois sob a luz do sol nada fica escondido. Clareza, vitalidade, abundância e sabedoria são as dádivas que o Sol nos trará. Vai ser um ano de mudanças. Padrões de comportamento (trazidos há gerações) serão colocados à luz da consciência para serem integrados, curados e liberados. Não tem mais como seguir sendo o mesmo de antes, é preciso soltar o passado, soltar as amarras mentais e dar lugar a verdade do seu Ser.

O Sol ilumina a tudo e todos, e nos lembra que somos Luz. Não há necessidade em competir com o outro ou tentar apagar a luz de alguém. Todos somos o que precisamos ser, aqui e agora. Cada pessoa traz consigo dons da alma. Cada pessoa é uma expressão do Divino Mistério e somos em essência a Fonte Infinita da Vida!

Com todas essas energias positivas basta que nos permitamos ser beijados pela luz do Sol e sentirmos profundamente o Amor que há em tudo. Vamos nos conectar mais com a Natureza, e com os Orixás representados como forças da natureza, que exercem grande influência, para receber a cura e a sabedoria que precisamos. Vamos despertar todos os dias com gratidão pelo Sol que nos ilumina, pela vida que nos anima. Vamos procurar entender que cada desafio serve para lapidar nossos dons e talentos, por isso não desistir deles. Vamos agir confiantes em nós mesmos pois o poder é de cada um na sua mais pura verdade e na sua mais sagrada essência.




2020 com tudo o que há de melhor!


A maioria das pessoas, assim como eu, ao finalizar um ano faz um balanço da própria trajetória, em todos os aspectos. Eu, particularmente, finalizei 2019 agradecendo aos conflitos internos que superei, aos desafios que enfrentei, às dores que causaram feridas, às desilusões e decepções vividas, pois me trouxe a consciência do meu processo de evolução e maturidade. Por isso sou agradecida pela oportunidade de me libertar de memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas sentidas e vivenciadas para dar início ao um novo ano vibrando em PAZ e AMOR.

Dessa forma, com amor e gratidão, por tudo o que me proporcionou vivenciar, me despedi de 2019. Sou grata, abençoo e recebo 2020 com muito Amor utilizando a técnica Ho’oponopono, uma técnica ancestral havaiana que busca, através da gratidão, resolver mágoas e feridas do passado, criando, assim, um estado de paz. Na língua original, “Ho’o” significa “cura”e “ponopono”, “arrumar, endireitar”. Dessa forma, podemos traduzir a junção de ambas como “corrigir um erro” e consiste em repetir as palavras mágicas “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo”, “Sou grata”.

Um estudo da ONU revela que a população global atual é de aproximadamente 7,6 bilhões de habitantes e deve subir para 8,6 bilhões em 2030.  Com toda essa gente no planeta Terra é preciso ampliar a visão de mundo e entender que nosso mundo é um universo de possibilidades. Precisamos nos dar conta da diversidade cultural, da diversidade de religiões, precisamos ser abertos ao diálogo, a escuta, respeitar opiniões e buscar equidade e verdade com base na luminosidade dos sentimentos de frequência elevada: alegria, amor, paz, gratidão.

O que é diversidade cultural? O termo se refere aos variados costumes dos quais uma sociedade está relacionada, atividades gastronômicas, religião, linguagem, organização familiar, política e demais, e abrange as características próprias de um grupo específico de seres humanos. Estes, por sua, vez dividirão um mesmo território, possuindo costumes pessoais que os diferem. Atualmente, devido a globalização está ocorrendo a miscigenação das culturas, impondo uma pluralidade de formas de fé. Portanto quando se trata de religião, precisamos levar em consideração a pluralidade de diferentes crenças, cada uma portadora de suas próprias histórias, tradições e identidades.

No ocidente, o Dia Mundial da Paz é comemora no dia 1 de janeiro, no Dia de Ano-Novo. Inicialmente chamado somente de Dia da Paz, a celebração foi criada pelo Papa Paulo VI em dezembro de 1967. A partir de então, todos os anos, o primeiro dia do ano passou a celebrar o Dia Mundial da Paz. É assim desde 1968. O tema escolhido pelo Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz de 2019/20 foi "A boa política está a serviço da paz".

No oriente 2020 é o Ano regido por Ganesha: uma Deidade do Hinduísmo que representa sabedoria, intelecto, é o senhor da desobstrução de obstáculos é o símbolo das soluções lógicas. “Onde quer que esteja Ganesha, lá existe Sucesso e Prosperidade e onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesha”, trazendo boa sorte, sucesso, prosperidade, boa fortuna, abundância.

Ganesha traz consigo a sabedoria e está associado ao nosso chakra Muladhara (Base) aquele que traz vitalidade e base para a vida material, para aqueles que souberem trabalhar sua vaidade, egoísmos, orgulho e ambição desmedida, ou seja, um ano de focar na retidão para receber assim as bênçãos de Ganesha. Por isso, 2020 é um ano de muito brilho, abundância, sucesso, abertura de caminhos, favorável aos estudos, criatividade, vitalidade e força física, cheio de OPORTUNIDADES que podem ser muito bem recompensadas por Ganesha a quem realmente está disposto a trabalhar e se reinventar em todos os sentidos.

            Seguindo por uma vertente universalista e de profundo respeito às diversidades culturais, religiosas e de fé desejo a todos os seres em qualquer lugar do nosso planeta, de norte a sul, de leste a oeste, aos quais estamos inseparavelmente conectados, que estejamos despertos, liberados, curados, realizados e livres. Que haja paz nesse mundo e que a guerra, a violência, a injustiça e a pobreza terminem. E que cada um possa concluir sua jornada espiritual individual e coletiva, juntos.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Educação em pauta: A escola ainda é uma instituição importante e fundamental?


Os que fazem parte da comunidade escolar, principalmente, professores, alunos e servidores em geral, participaram da escolha dos novos planos de gestão escolar para os próximos 4 anos. Por isso a “educação” foi pauta de muitas reuniões, debates, conversas e outras ações, nas comunidades escolares, do estado catarinense. A escola ainda é uma instituição importante e fundamental? Qual é o poder exercido pela comunidade escolar? Como somos vistos pela sociedade em geral? Gostam do que representamos? É com honestidade que os valores, simplicidade, muito trabalho, criatividade, comprometimento e amor são difundidos?
Para que os leitores tomem conhecimento, conforme o site da SED, é desde 2013 que  a Secretaria de Estado da Educação (SED) fortalece a gestão democrática e os processos de participação da comunidade escolar  e das instâncias colegiadas, instituindo a possibilidade da escolha do seu gestor por meio da análise de propostas de Plano de Gestão Escolar (PGE), apresentadas por profissionais da educação interessados em ocupar a função de Diretor de Unidade Escolar.
No PGE precisa constar as metas, os objetivos e as ações, que evidenciam o compromisso com o acesso, a permanência, a inclusão, o percurso formativo com êxito na aprendizagem, na perspectiva da formação integral do estudante da Educação Básica e Profissional. Além de representar ainda o compromisso da gestão com a comunidade escolar e com a SED.  É aplicada anualmente a Avaliação da Gestão Escolar, a partir de uma ferramenta processual que considera indicadores externos e internos que podem sinalizar à gestão escolar os avanços e dificuldades de um período.  Essa avaliação compõe uma análise dos resultados da SAGE-SC e um meio fundamental de (re)planejamento, tomada de decisão e gestão dos processos escolares, possibilitando intervenções pedagógicas comprometidas com a aprendizagem dos estudantes.
O primeiro edital lançado para eleições de PGE foi para o mandato de 4 anos a partir do ano 2015 que teve duração até 2019. Este ano o processo de escolha de Plano de Gestão Escolar, foi regulamentado pelo Decreto SC n° 194/2019, e pela Portaria N/1434/2019, e ocorreu em todas as Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino, exceto nas Escolas Indígenas, de Assentamento e no Instituto Estadual de Educação (IEE), pois possuem processo amparado por legislação específica. Divulgado no Diário Oficial – SC nº 21.074 de 08.08.2019 (QUINTA-FEIRA).
Todos proponentes que se inscreveram participaram do processo de “disputa” pelo cargo de diretor das escolas. Foi um processo demorado e cheio de cuidados com a documentação. Tudo deveria passar por comissões em todos os níveis, desde a escola até a SED. Todos que participaram do processo estavam bem orientados. Infelizmente alguns fatos nada agradáveis ocorreram neste período. Em se tratando de educação escolar, o espaço que deveria ser democrático e participativo, as atitudes de alguns andaram na contramão e provocaram conflitos e indisciplina. Esses foram os exemplos dados aos estudantes e futuros profissionais.  
Inserida na comunidade escolar de duas escolas e acompanhando notícias de outras escolas, os sentimentos foram muitos. Durante os dias que se deu a campanha nas escolas, observar as atitudes de alguns, causou certo desconforto, pois ficou claro que tais atitudes estão atreladas a uma prática política ultrapassa e obsoleta. Sinto muito, pois com tais fatos acontecendo como ensinar valores e honestidade?
Daí aquele conhecimento armazenado nos livros, e agora também, nos computadores, que deveria ser para expandir o universo além dos limites estreitos do pedaço de mundo em que muitos vivem, pouco tem valor e pouco importam nestes momentos. O que se aprende na teoria e o que é usado na retórica não se coloca em prática no espaço social da escola. Urge o entendimento de que o espaço escolar vai além do conhecimento, é um espaço de convivência, muitas vezes de refúgio, de silêncio e aceitação da diversidade de vidas que ali compartilham emoções.
Fazendo parte da comunidade escolar é possível aprender como as vidas podem ser diferentes, mesmo quando vividas lado a lado. E como é fácil se perder. Aprender como é difícil conhecer alguém, e como pouco importa, se o seu coração não estiver aberto às necessidades dessa pessoa. Não temos que entender, temos apenas que nos importar. É preciso que compartilhemos uma atitude, uma ética de trabalho, uma visão de mundo e um futuro. Desse modo as bençãos são as ligações profundas, e as amizades são o socorro do cotidiano.
É nesse espaço que aprendemos o significado de bondade, moralidade, trabalho nobre, força inesgotável, fidelidade aos seus valores e a si próprios. É neste lugar que podemos dizer uns aos outros: Encontre seu lugar. Seja feliz e agradecido com o que tem agora. Busque realizar seus sonhos. Trate bem a todos. Viva uma vida boa. É impossível prever, o amor transcende fronteiras. Não é o material que importa, é o amor, a alegria e a gratidão de poder compartilhar tudo o que somos.
            Eu os convido: vamos imaginar um mundo melhor começando em nossa casa para dar continuidade nas escolas. Vamos ensinar a ser feliz sem fazer coisas erradas que promovem desamor e conflitos. Vamos nos amar mais e nos importar com o que o outro vai receber estando ao nosso lado. Porque todos somos um e um somos nós!

Diante de tantos fatos acontecendo como ensinar valores e honestidade?




“A honestidade é mais do que não mentir. É contar a verdade, dizer a verdade, viver a verdade e amar a verdade.”
"A ação certa pelo motivo errado, ainda está errada. 

A ação errada pelo motivo certo, não é mais certa."



Encontrar alguém que responda essa pergunta, com tranquilidade, rapidez e sinceridade, não deve ser fácil. Ainda mais agora, diante de tantos acontecimentos nas mais altas referências jurídicas, políticas, econômicas e sociais. Nessas horas, oferecer momentos de comprovação da honestidade é até constrangedor para quem está no mesmo lugar. Pois também não temos a sorte de encontrar alguém com firmeza e certeza, de sua honestidade.
Que estranho isso, não é mesmo? Todos reconhecem a importância da honestidade, é unanimidade. Então podemos dizer que a sociedade tem consciência de que este valor humano é importante para que o nosso planeta seja melhor. Mas se quando forem questionadas sobre honestidade, as pessoas não se consideram totalmente honestas, podemos dizer que mesmo todos tentando fazer o seu melhor, ainda não conseguimos ser honestos o tempo todo.
A carência de honestidade está abalando as bases, as estruturas sociais. Ou será que as bases estão alterando o valor honestidade? Ninguém precisa dizer que precisamos ser honestos. Essa afirmativa é verdadeira ainda? Será que todos sabem que precisam ser honestos? Isso é inerente ao humano? Honestidade é um valor universal que ultrapassa fronteiras. Todos os povos, todas as culturas sabem da importância de pôr este valor em prática. Para que haja continuação da humanidade a honestidade é um dos princípios essenciais.
Os comportamentos humanos em um ambiente desonesto, onde há os querem levar vantagem para si próprios, resultam na degradação das relações humanas de todo um sistema social. Procurar por integridade e honestidade requer um olhar verdadeiro para si mesmo, com análise de atitudes e tomadas de decisão, para ver se podem ser melhoradas e aperfeiçoadas no dia a dia.
Temos que entender integridade e honestidade como valores a serem desenvolvidos no cotidiano, com total atenção aos próprios comportamentos e decisões. Por que ter uma atenção singular aos nossos valores? Porque é preciso ampliar a visão para que possamos ter a dimensão de como nossas decisões podem afetar o todo.
Cada qual passa por diversas experiências, umas são ótimas, muitas são boas outras nem tanto. São essas experiências, nos empregos e nos relacionamentos interpessoais, que constituem nossos valores morais e profissionais, e não podemos perdê-los, pelo contrário, a mais importante vitória é transformar esses valores em atitudes.
Precisamos acreditar no nosso trabalho de maneira correta e pelas razões certas, para sermos capazes de mudar o nosso “lugar” no mundo. Entender que as coisas podem ser tiradas de nós, mas que as “coisas” não importam. O que importa de verdade é a nossa fé, a nossa dignidade e a vontade de ser mais e melhor com capacidade de amar.
Então para que um dia seja possível nos declararmos honestos em alto e bom tom, com serenidade, vamos começar hoje mesmo a gerenciar os pensamentos e as atitudes. Vamos nos assegurar de que podemos melhorar a cada dia mais o nosso percentual de honestidade. Podemos assim estarmos mais conscientes de quem somos e de quem queremos ser, daqui a alguns anos.
Vamos assumir nossa missão e distribuir honestamente para o mundo sem prejudicar pessoas pelo caminho. Sejamos honestos e sinceros nas atitudes. Sejamos coerentes nos pensamentos, sentimentos e ações. Vamos assumir uma postura honesta perante a vida, perante a sociedade e com nosso planeta. Estejamos conscientes que há uma conexão maior, e que precisamos de senso ético, de justiça, de humanidade, e de amor ao próximo.
Sejamos honestos para atuar de forma a gerar melhorias e equidade em todos os sistemas que nos cercam. Sejamos honestos e nos coloquemos à disposição das necessidades individuais, e acima de tudo, à disposição das necessidades de preservação da nossa espécie humana.

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...