segunda-feira, 5 de agosto de 2019

A CORRUPÇÃO NO BRASIL


O Texto da aluna Débora Borges, produção a partir das aulas de Geografia nas turmas das segundas séries do ensino médio. Turma: 2° I, está de acordo com o que diz a competência nº 6 "Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade".


Não precisamos ir muito longe para vermos corrupção. Ela está em nosso dia a dia, nos Municípios, nos Estados, no Distrito Federal, em todo o território nacional. Infelizmente, a corrupção no Brasil não é algo novo e talvez seja um dos maiores problemas atualmente, afetando o bem-estar da população. Há muito tempo se fala de desvios de verbas públicas, da corrupção de políticos, da lavagem de dinheiro, do pagamento de propinas, do abuso de poder, dentre outros meios que usam para desviar.
Diariamente, ao ligarmos a televisão ou mesmo ao conectarmos as redes de internet conseguimos assistir ou ler uma reportagem que retrata o assunto corrupção. Neste sentido, devemos usar todos os mecanismos de divulgação para coibir de alguma forma os corruptos, mostrar a eles que a população está ciente do que estão fazendo com o dinheiro público e tentar parar a corrupção.
O Brasil já enfrentou diversos casos envolvendo roubos, fraudes, falcatruas, principalmente, na classe política. Fatos ocorridos como, o “mensalão” a “lava jato”, são alguns exemplos da desonestidade dos políticos que, esperançosamente depositamos a nossa confiança.
A corrupção é considerada um fenômeno que não para de crescer em nosso país. Os eleitores estão descrentes, pois, a maioria dos casos não é solucionada pela justiça, pelo contrário, os processos acabam caindo no esquecimento. As punições devem ser mais severas devem ser discutidas e aprovadas em curto prazo.
A corrupção na política é causa dos problemas na distribuição de renda, na saúde e educação, pois os recursos que seriam destinados para essas áreas acabam indo para fins ilícitos, para bancar as falcatruas de alguns governantes. A sociedade está farta de tantas notícias sobre ao mau uso do dinheiro público que deveria ser usado pelos governantes em benefícios de todos os brasileiros.
Por tudo o que foi exposto, conclui-se que a corrupção é um mal que deve ser combatido em todas as esferas da sociedade, porque ela é a causa de várias injustiças neste país, ela é o motivo dos recursos, tão abundantes, serem utilizados de forma pródiga beneficiando uma pequena parcela da população em detrimento da maioria de brasileiros que vivem em situação de pobreza em um país tão rico.

MOREIRA, J.C.; SENE. E. Geografia para o ensino médio: Geografia Geral e do Brasil. Espaço geográfico e globalização. Vol. 1,2,3. São Paulo: Scipione 2017


Pobreza Extrema






A produção de texto da aluna Clara Roberta Mombach Leal,  a partir das aulas de Geografia nas turmas das segundas séries do ensino médio, da turma 2ª II, evidencia a competência nº 7 das 10 competências que serviram de referência para estruturação de toda a Base, desde a Educação Infantil até o fim do Ensino Médio.

"Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta."


Pobreza: “estado de pobre, falta daquilo que é necessário à subsistência; penúria”, segundo o dicionário. Também definida por nós como o estado de quem é pobre, ou seja, que não tem as condições básicas para garantir a sua sobrevivência com qualidade de vida e dignidade. A pobreza é uma condição de vida onde as pessoas passam por carência de bens e serviços essenciais para a vida, como alimentação, vestuário, cuidados com a saúde e instalação.
Há também outra categoria da pobreza, a pobreza extrema, que significa misériapobreza absolutadestituição ou penúria, e foi definida pelas Nações Unidas (ONU) em seu relatório de 1995 da Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social como “uma condição caracterizada por severa privação das necessidades humanas básicas, incluindo alimentos, água potável, instalações de saneamento, saúde, abrigo, educação e informação”.
Essa condição depende não apenas da renda, mas também do acesso aos serviços. O objetivo número 1 da ONU é a erradicação da pobreza: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”, diz o enunciado do pretensioso desafio. Quem circula pelas grandes cidades nos dias atuais, enxerga um número enorme de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Não são apenas pobres, são extremamente pobres. Muitos não conseguem sustentar a si mesmos e buscam ajuda de quem passa. Ser abordado no semáforo, nas ruas e nos demais locais públicos virou rotina. Essa é a face mais visível das pessoas que vivem em condição de miserabilidade.
De acordo com o Banco Mundial, mesmo nos países por ele designados "em desenvolvimento”, há um elevado percentual de pessoas pobres e extremamente pobres na população, sobretudo na África subsaariana e no sul da Ásia, regiões onde está a maioria dos "países menos desenvolvidos”. As pessoas consideradas pobres são as que vivem com renda inferior a 3,10 dólares PPC (sigla para Paridade do Poder de Compra) por dia, portanto, abaixo da linha de pobreza internacional, e as extremamente pobres, as que sobrevivem com menos de 1,90 dólar PPC por dia, no limite da miséria.
A pobreza é desigual entre os países, mesmo nas regiões onde se concentram mais pessoas pobres. A ONU criou os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e usa a expressão "combate à pobreza", e não "ao subdesenvolvimento". Desenvolvimento e "subdesenvolvimento" são realidades opostas, porém inseparáveis, resultantes do processo de mundialização do capitalismo.
Desde as Grandes Navegações, houve transferência de riquezas das colônias para as metrópoles, fruto da exploração colonialista e depois imperialista, criando as condições para um desenvolvimento econômico desigual entre os países. A diferença de renda no mundo não era muito evidente no início da expansão colonial, mas foi aumentando ao longo do desenvolvimento do capitalismo e tornou- se muito acentuada no período contemporâneo. Entretanto, o rápido crescimento econômico que vem ocorrendo em diversos países em desenvolvimento desde os anos 1990 tem alterado essa situação.
Países emergentes, tais como China, Brasil, Rússia, Índia e México, levando em consideração aspectos como PIB, produção industrial, recursos naturais e potencial do mercado interno, são muitos mais ricos do que muitos países classificados como desenvolvidos. Porém, apesar de as elites desses países terem alto padrão de vida, o índice de desenvolvimento humano é inferior ao dos países desenvolvidos. Além disso, a infraestrutura produtiva (energia, telecomunicações, portos, rodovias, etc.) muitas vezes apresenta problemas.
Países do golfo pérsico, produtores de petróleo, como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, estão no grupo das nações de alta renda per capita. Entretanto, como a riqueza desses países se concentra nas mãos de uma minoria, eles não podem ser considerados desenvolvidos. O Brasil, país de renda média-alta, tem uma das piores distribuições de renda do mundo, de acordo com dados do Banco Mundial.
Com isso podemos dizer que o mundo é um só, apesar de ser dividido em diversos países; a humanidade é uma só, apesar da sua divisão em classes socioeconômicas. O Brasil pode se transformar num país sem preconceito e discriminações, para isso é preciso erradicar a miséria da alma e a pobreza financeira da população. O mundo é rico e abundante, o conhecimento produzido difundido e adquirido pela sociedade já é suficiente para munir satisfatoriamente toda a população do globo.

Fontes: ConJur - A pobreza extrema, a ONU e a Constituição Federal; MOREIRA, J.C.; SENE. E. Geografia para o ensino médio: Geografia Geral e do Brasil. Espaço geográfico e globalização. Vol. 1,2,3. São Paulo: Scipione 2017 Wikipédia, Dicionário, Significados.



Pobreza extrema no Brasil

Seguindo com a proposta, segundo o MEC e da BNCC tem como objetivo garantir a formação integral dos indivíduos a partir de algumas competências que dizem respeito a formar cidadãos mais críticos, com capacidades diversas, do tipo: aprender a aprender, resolver problemas, autonomia para tomada de decisões, capazes de trabalhar em equipe, respeitar o outro, o pluralismo de ideias, que tenham a capacidade e argumentar e defender seu ponto de vista.  
Se para o século XXI e proposta é formação de cidadãos críticos, criativos, participativos e responsáveis, capazes de se comunicar, lidar com as próprias emoções e propor soluções para problemas e desafios aqui está um exemplo de reflexão com a Produção de texto do aluno Lucas Pauly 2ª Série do Ensino Médio Vespertino - EEB CARLOS FRIES.

   
           A desigualdade é um dos maiores problemas mundiais, e as diferenças de posses são preocupantes, a pobreza é um estado de miséria que causa sofrimentos por falta de alimentação, diretamente gera problemas de saúde que influenciam no aprendizado e consequentemente impedem uma profissionalização e condições de mudar a condição social. No Brasil, a pobreza vem desde o descobrimento, e está presente em toda a nossa história.
           Causas da pobreza no Brasil: A pobreza extrema no Brasil tem várias causas: Possuímos um histórico de colonização escravista que começou no descobrimento, e com o fim da escravidão os escravos libertos não tiveram compensação alguma por seu trabalho prestado, essas pessoas entraram em um contexto de extrema pobreza.
Esse fato, juntamente com o êxodo rural (migração do meio rural ao urbano) para as cidades desestruturadas fez diretamente com que a população pobre aumentasse durante o século XX. A pobreza tem aumentado e continua aumentando, com o crescimento demográfico, que tem sido bem maior nas camadas mais pobres que nas camadas mais ricas, e a falta de capacidade de nos ajustarmos às mudanças tecnológicas do mundo.

A POBREZA E AS REGIÕES
   
No Brasil a pobreza pode ser percebida comparando as diferentes regiões de nosso território, as regiões norte e nordeste são as mais pobres, em decorrência da concentração política e econômica (indústrias) no Sul e no Sudeste. Maranhão, Piauí e Alagoas são os estados brasileiros com maior número de população em extrema pobreza.
           Em nosso país, 8% da população (aproximadamente 16 milhões) são considerados extremamente pobres, e metade dos extremamente pobres vivem no Nordeste, das 50 cidades mais pobres do Brasil, 26 delas estão no Maranhão. Cada país possui um critério para determinar a pobreza, o Brasil define através do Ministério do Desenvolvimento Social, baseado nas limitações financeiras de cada cidadão.
           São considerados pobres cidadãos que possuem uma renda mensal de até 140 reais, aproximadamente 1,90 R$ por dia. Quase 30 milhões de pessoas vivem no nível de extrema pobreza no Brasil atualmente.

CONSEQUÊNCIAS DA POBREZA EXTREMA

            Existem várias consequências que a pobreza acarreta, como a fome, doenças epidêmicas, discriminação e preconceito, violência, e pessoas desabrigadas sem moradia própria.
           A pobreza não gera a criminalidade em si, mas as pessoas carentes financeiramente e com pouco estudo tendem a cometer furto e tráfico.
Estamos longe de escapar desse cenário, a pobreza é um problema global e atinge tanto países desenvolvidos como países subdesenvolvidos.
Em 2017 o número de pessoas em extrema pobreza aumentou de maneira grave, alcançou 15,2 milhões de pessoas em estado crítico, segundo o IBGE o número subiu em todas as regiões do país, exceto o Norte que manteve estável. Com a intervenção do governo Lula, e os programas de transferência de rendas a pobreza no Brasil diminuiu, porém com a recente e atual crise econômica os números voltaram a crescer.
           Segundo a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um dos grandes problemas de pobreza extrema no Brasil é o desvio de dinheiro, lembra que a corrupção tem um efeito multiplicador, impedindo o desenvolvimento econômico e social do país, alimentando a pobreza e devorando o progresso.

SOLUÇÕES PARA A POBREZA EXTREMA EM NOSSO PAÍS:

           O estabelecimento de programas de seguro social, melhorias na educação e saúde pública, o cancelamento das dívidas dos países em desenvolvimento, eliminação das barreiras de importação para que os países com grande população pobre possam vender seus produtos de maneira mais fácil, e a construção de casas para os pobres. São medidas que devem ser tomadas para que todos possam ter acesso ao mínimo para viver com dignidade, pois quem tem fome não tem escolha.

FONTES: agenciabrasil.ebc.com.br; todamateria.com.br; guiadoestudante.com.br




Globalização: momento atual da expansão capitalista

SE para este século, segundo o MEC, a BNCC o objetivo é garantir a formação integral dos indivíduos a partir de algumas competências que dizem respeito a formar cidadãos mais críticos, com capacidades diversas, do tipo: aprender a aprender, resolver problemas, autonomia para tomada de decisões, capazes de trabalhar em equipe, respeitar o outro, o pluralismo de ideias, que tenham a capacidade e argumentar e defender seu ponto de vista. Aqui está a 

Produção de texto de Milena Andreis – aluna 2ª Série II

A globalização apresenta várias dimensões: econômica, mais evidente e perceptível, social, cultural e política, entre outras. A atual expansão capitalista é silenciosa, sutil e ainda mais eficaz. Sedução pelo consumo de bens de serviços, além da agilidade e eficiência das telecomunicações, dos transportes e do processamento de informações.
Há um fluxo de capitais especulativos e produtivos, onde a “invasão” mais típica da globalização é dos capitais especulativos, pois se movimentam pelo sistema financeiro mundial conectado on-line. Os capitais especulativos: são aqueles alocados nos mercados de títulos financeiros, ações, moedas ou mesmo mercadorias, com o objetivo de obter lucros rápidos e elevados.
É desconhecida a quantidade de capitais especulativos que circula pelo sistema financeiro mundial por causa da sua alta fluidez e baixo controle exercido por muitos governos. Parte desses recursos pertence a milhões de pequenos poupadores espalhados, sobretudo pelos países desenvolvidos, que guardam seu dinheiro num banco ou investem num fundo de pensão, para garantir suas aposentadorias.
Essa vultuosa soma é transferida de um mercado para outro, de um país para outro, sempre em busca das mais altas taxas de juros dos títulos da dívida pública ou da maior rentabilidade das ações, das moedas, etc. Os administradores desses capitais em geral não estão interessados em investir na produção, cujo retorno é demorado, mas em especular, isto é, realizar investimentos de curto prazo nos mercados mais rentáveis.
Os títulos da dívida pública, por exemplo, são títulos emitidos e garantidos pelo governo de um país, estado ou município, para obter recursos no mercado, com o objetivo de financiar o déficit orçamentário ou para obter receita para investimentos. Os grandes conglomerados financeiros possuem empresas coligadas que atuam em todos os setores das finanças e são fortemente globalizados.
Pode-se investir em ações de forma produtiva, esperando que a empresa obtenha lucros para receber dividendos pela valorização; ou investir de forma especulativa, comprando ações na baixa e vendendo-as assim que houver valorização, embolsando a diferença e realizando o lucro financeiro. Pode-se especular com mercadorias e moedas.
Os capitais especulativos prejudicam as economias à medida que, quando algum mercado se torna instável ou menos atraente, os investidores transferem seus recursos rapidamente em crise financeira ou são atingidos pelo aprofundamento dela. O valor de mercado de uma Bolsa de Valores é dado pela soma de todos as ações das empresas nela listados.
Já a circulação dos capitais produtivos é mais lenta porque são investimentos de longo prazo, por isso, menos suscetíveis as oscilações repentinas do mercado. Sendo investidos diretamente na produção de bens e serviços ou em infraestrutura, esses capitais são aplicados em determinado território e possuem uma base física (fábrica, usina hidrelétrica, rede de lojas, etc.). Estão em busca de lucros, que podem resultar de custos de produção menores em relação ao país de origem, proximidade dos mercados consumidores e facilidades em driblar barreiras protecionistas.
Podemos dizer que há uma “guerra velada” nas Bolsas de Valores, de mercadorias e de futuros em todos os mercados do mundo e em todos os setores da economia. As estratégias e táticas são estabelecidas nas sedes das corporações transnacionais, dos bancos globais, das corretoras de valores e de outras instituições, e influenciam quase todos os países. Entretanto, muitas vezes, essas estratégias e táticas dos dirigentes das grandes empresas, principalmente do setor financeiro, mostram-se arriscadas, gananciosas e/ou fraudulentas e que muitas vezes é prejudicial para a economia de um ou de vários países.
* MOREIRA, J.C.; SENE. E. Geografia para o ensino médio: Geografia Geral e do Brasil. Espaço geográfico e globalização. Vol. 1,2,3. São Paulo: Scipione 2017
SILVA, A.C da; OLIC, N.B; LOZANO, R; GEOGRAFIA Contextos e Redes – 1ª, 2ª, 3ª Série. São Paulo, Editora Moderna, 2016.

O que é física quântica?


Assim diz Osny Ramos: é muito importante que o povo comente sobre física quântica, pois até mesmo para os físicos esse assunto é difícil de ser compreendido pois exige mudança de paradigmas e uma nova visão da realidade. E no falatório que se ouve por aí há muitas bobagens, por isso é importante ir atrás de mais informações para desvendar os mistérios da realidade quântica.
            Eu sou fascinada por mistérios, ocultismo, novidades, ciência, e tudo que está relacionada ao SER e ao Criador. Desde 2015 o meu interesse é sobre a nova física, a física quântica. E como estou atrasada. Os estudos remetem a aproximadamente 100 anos atrás. Com tudo o que estamos podendo acessar atualmente a partir da comunicação em nível global pela internet é que podemos, ou melhor, quem está atento ao que está sendo divulgado sobre o tema e quem está atento a sua própria vida, que pode comprovar a veracidade dos princípios quânticos.
            Na minha curiosidade e busca pelo conhecimento, sem preconceito, entendo a minha admiração por Albert Einstein que viveu nos anos 1879-1955, físico e matemático alemão. Entrou para o rol dos maiores gênios da humanidade ao desenvolver a Teoria da Relatividade. Estabeleceu a relação entre massa e energia e formulou a equação que se tornou a mais famosa do mundo: E = mc². Recebeu o Prêmio Nobel de Física, por suas descobertas sobre a lei dos efeitos fotoelétricos.
            Tempos depois os físicos descobriram que as coisas são partículas e onda ao mesmo tempo, a dualidade expressa no princípio da complementaridade. É aqui que começamos a perceber a realidade fantasmagórica e misteriosa desta ciência. Por que? Por que nós e as coisas passamos a existir simultaneamente em duas dimensões distintas. Uma física e corpuscular e outra não física-ondulatória ou quântica. A magia capaz de fazer isso se chama Estado de Superposição de Onda. Assunto que está relacionado com o conteúdo estudado nas escolas, a fenomenologia da interferência de ondas e que possibilita o entendimento do Emaranhamento quântico.
            Já está bem difundida a ideia de que na dimensão quântica não existe tempo nem espaço, e nesse domínio as coisas podem surgir do nada e desaparecer do nada, podendo estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, e também existir em diferentes épocas ao mesmo tempo, interagindo com tudo.
            Aí vem aqueles que zombam, os que se recusam a acreditar, mas não param sequer um segundo para refletir sobre o assunto. O que dizer então das novas tecnologias – a nanotecnologia que é o estudo de manipulação da matéria em escala atômica e molecular e incluí o desenvolvimento de materiais que está associada a diversas áreas como a medicina, eletrônica, ciência da computação, física, química, biologia e engenharia dos materiais entre outras.
A atuação nessas áreas tem como princípio básico a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos onde o objetivo principal não é chegar a um controle individual dos átomos, mas elaborar estruturas estáveis com eles.  E o que dizer de todos os aplicativos existentes, que podem ser usados no celular, e que nos permitem a comunicação com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo de modo instantâneo?
            Ainda do livro A vida quântica na vida real – Osny Ramos, segundo o princípio da complementaridade existimos em duas dimensões que se completam, uma física e uma não física. Podemos transcender o tempo, o espaço e a restrição causal, para desse modo criarmos cenários e contextos adequados à concretização dos nossos projetos.
            Conforme o que nos diz Osny Ramos isso não é misticismo, tudo está fundamentado por experimentos e equações garantidos por físicos ganhadores de prêmio nobel, tais como Max Plank, Niels Born, Wolfgang Pauli, Werner Heisenberg, Erwin Schrödinger, dentre outros.
Então o convite é para buscar a compreensão do significado dos princípios quânticos, saber onde, como e quando surgem em nosso cotidiano muitas das coisas fantásticas e como fazer para resolver diversos problemas relacionados com atividades, relacionamentos, superação de deficiências e cura de doenças.

Fontes utilizadas para compor o texto de hoje - A vida quântica na vida real – Osny Ramos.

Quais são as competências do século XXI na BNCC?


Para este século, segundo o MEC, a BNCC tem como objetivo garantir a formação integral dos indivíduos a partir de algumas competências que dizem respeito a formar cidadãos mais críticos, com capacidades diversas, do tipo: aprender a aprender, resolver problemas, autonomia para tomada de decisões, capazes de trabalhar em equiperespeitar o outro, o pluralismo de ideias, que tenham a capacidade e argumentar e defender seu ponto de vista. E por que isso? Por que a sociedade contemporânea impõe um outro olhar no que se refere a educação, levando em consideração o que e para que aprender, o como ensinar e avaliar o aprendizado.
É nesse sentido que as competências guiaram a elaboração da BNCC, objetivando a desvinculação do passado quando se trata de valorizar somente a memorização de conteúdo. Para o século XXI e proposta é formação de cidadãos críticos, criativos, participativos e responsáveis, capazes de se comunicar, lidar com as próprias emoções e propor soluções para problemas e desafios. Destaco agora as 10 competências que serviram de referência para estruturação de toda a Base, desde a Educação Infantil até o fim do Ensino Médio.
1). Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2). Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3). Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4). Utilizar diferentes linguagens - verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital -, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5). Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6). Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7). Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
8). Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9). Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10). Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

As competências gerais da BNCC previstas na nova versão da Base são consideradas fundamentais para os estudantes. Se é importante para os estudantes, os envolvidos no campo da educação também precisam estar atentos, estudar, analisar, refletir e colocar em prática nas escolas. Acredito que foi com esse propósito a escolha do tema da Formação de professores do 24 de abril, no Estado de SC.

Formação de professores e a BNCC.


Este ano os professores da rede estadual de educação de Santa Catarina, da ¨6ª Gered, foram surpreendidos com um dia de curso de formação. Uma semana antes nos foi encaminhado material para leitura, sendo que a leitura contará como horas a distância no total do curso de formação 2019.  Os textos indicados fazem parte da BNCC – Base Nacional Comum.
Na manhã do dia 24  de abril de 2019, tivemos uma palestra, com a Drª Simone Rocha, e na parte da tarde, houve sequência das reflexões e estudo do tema, em pequenos grupos de professores organizados por área, e nas demais funções: diretores, assessores de direção, especialistas e assistentes técnico pedagógicos.
Discutir, internalizar e socializar o conhecimento com os pares é se fazer e se reconhecer como pensadores da educação comprometidos com o futuro desta geração atual. Sair da base teórica e conceitual para a prática nos bancos escolares e também na sociedade em geral.  
Dito e confirmado por dirigentes nacionais e internacionais, intelectuais de todas as áreas, que a educação é a mola propulsora do desenvolvimento socioeconômico de uma nação, então não há nada mais instigante do que fomentar o conhecimento e o reconhecimento desta máxima ao um maior contingente.
O que é a BNCC - Base Nacional Comum Curricular? É um documento norteador do deve ser ensinado nas escolas do Brasil inteiro, desde a Educação Infantil até o final do Ensino Médio. Uma forma de referenciar os objetivos de aprendizagem em cada uma das etapas. Como destacado anteriormente, a Base Nacional visa orientar a elaboração do currículo específico de cada escola, sem desconsiderar as particularidades metodológicas, sociais e regionais de cada uma, ou seja, não deve ser um currículo.
A Base objetiva estabelecer como a aprendizagem pode ser alcançada, por meio da definição de competências e habilidades fundamentais. Já o currículo, determina como esses objetivos serão alcançados, traçando as estratégias pedagógicas mais adequadas. Isto significa que a BNCC não consiste em um currículo, mas um documento norteador e uma referência única para que as escolas elaborem os seus currículos. 
Para reafirmar o objetivo de estudar esse documento: a BNCC está para solucionar um problema muito comum no Brasil que são as desconexões existentes em propostas pedagógicas nas diferentes regiões do país. Foi possível perceber, na fala da Professora Simone Rocha que, a ideia de uma base comum para todo o Brasil existe desde a promulgação da Constituição de 1988, cujo artigo 210 prevê a criação de uma grade de conteúdos fixos a serem estudados no Ensino Fundamental, conforme trecho o trecho retirado do documento oficial no Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais.  Constituição da República Federativa do Brasil,
Sendo assim, todos os alunos passam a ter seus direitos de aprendizagem assegurados, partindo do objetivo principal que é garantir a educação com equidade, por meio da definição das competências essenciais para a formação do cidadão em cada ano da educação básica levando em consideração formação integral dos indivíduos por meio de desenvolvimento das chamadas competências do século XXI.
Que competências são essas? Conforme representantes do MEC, as competências do século XXI estão focadas na formação de cidadãos mais críticos, com capacidade de aprender a aprender, que possam resolver problemas, ter autonomia, mas também que saiba trabalhar em equipe, respeitar os outros e o pluralismo de ideias para que tenham capacidade de argumentar e defender suas próprias ideias. Eis a questão: como fazer isso? Muitos desafios pela frente. Vamos continuar o debate sobre esse tema, na próxima edição.

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...