segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O que fazem as emoções negativas e a escala das emoções.



O campo de estudo das ciências humanas atuais mostra que é preciso olhar o ser humano de uma forma mais sistêmica e abrangente. Há uma influência direta do psiquismo humano sobre o corpo humano, a mente humana está sendo devassada, por exemplo, a psicossomática que se ocupa em entender os mecanismos psíquicos e emocionais relacionados a manifestação de uma série de disfunções físicas. Certos estados emocionais produzem certos estados fisiológicos.
Já é sabido que as emoções negativas fazem com que os nossos propósitos de evolução espiritual, da prosperidade material e dos relacionamentos se distanciem de nós. E essas emoções negativas roubam a energia, a disposição e, em algum momento, destroem as estradas do nosso destino. Precisamos lembrar que, a cada dia que passa, estamos à mercê das emoções, tanto positivas, quanto negativas. Somos bombardeados por um turbilhão de informações, ainda mais nessa “era digital”.
Aqueles valores antes importantes, já não fazem tanto sentido. O lugar comum, é a violência e o sofrimento que se assiste todo dia pela TV, ou então pelas redes sociais, com pessoas postando seus lindos sorrisos que não escondem o que a alma mostra. O momento existencial, o mundo, em que vivemos é de crise! E, por esse motivo, a saúde emocional das pessoas pode ser afetada. Consequentemente, precisamos saber como lidar com os efeitos das emoções, quer sejam negativos ou positivos.
Exemplos de sentimentos que geram vibrações negativas: Desapontamento, solidão, falta, tristeza, confusão, estresse, raiva, mágoa. Precisamos cuidar dos nossos pensamentos e emoções, e por isso compartilho resultado de estudos já compilados sobre a vibração e frequência de cada emoção.
VERGONHA: vibrando apenas 20 Hz, é a vibração mais baixa que um ser humano emite. A vergonha impede tomada de decisões, convivência social, não tendo experiências na vida, o que dificulta o aprendizado, a evolução e a tomada de ação, porque não se sabe o que dá certo e o que não dá. De forma mais amena, se manifesta como timidez. E em um nível extremo de vergonha a pessoa quer desaparecer, até suicidar-se, sentindo ódio de si mesmo.
CULPA (30 Hz): Vibração um pouco mais alta que a vergonha, pois, para sentir culpa a pessoa precisa agir. Pessoas assim criam muito pouco, fazem papel de vítima, culpando tudo e a todos por não conseguir ter sucesso em suas pretensões. Nunca inova, vive do passado. A religião para esse tipo de pessoa, alimenta nela o sentimento de que são pecadores.
APATIA (50 Hz): Perda da esperança e vitimização. Característica dos sem teto. As pessoas nesse estado não conseguem agir perante o que a vida apresenta.
DOR/SOFRIMENTO (75 Hz): Tristeza extrema, principalmente diante de perdas. Vibra mais que a apatia, pois o sofrimento transforma as pessoas e lhes tira do estado de apatia.
MEDO (100 Hz): As pessoas com medo se sentem inseguras diante às questões da vida, tudo se torna perigoso. Podem ter paranoicas, ficam preocupadas e estressadas. Muitas vezes necessitam de ajuda para superar e lidar com esses medos e sair dessa situação. Medos são crenças limitantes, que geram falta de qualidade de vida.
DESEJO (125 Hz): Nesse nível a pessoa é materialista ao ponto de nunca estar feliz com o que tem. Alimenta vícios e luxúria. É consumista, enquanto não compra o que quer fica impaciente e ansiosa. Somos nós que escolhemos qual efeito as coisas físicas terão sobre nós, podem ser boas ou ruins. Temos que ter equilíbrio.
RAIVA (150 Hz): É um sentimento de frustração, que pode ficar escondido em nosso interior ou ser exposto num momento de fúria, que também causa culpa, vergonha e mal-estar, pois, sempre após perder o controle, o indivíduo sente-se mal, por não ter conseguido controlar os sentimentos. Quando a raiva fica guardada dentro de si, se acumula e chega num ponto onde um “mosquito vira um boi”, causando uma “explosão”. O ideal não é guardar a raiva e sim tentar canaliza-la em outras coisas como sair ao ar livre para fazer exercícios físicos por exemplo.
ORGULHO (175 Hz): Esse é o estado de consciência predominante da humanidade atualmente. Dependente de circunstâncias externas (dinheiro, poder, fama, etc.). É o estado que leva ao nacionalismo, racismo e guerras religiosas. Um ataque a suas crenças, vira um ataque pessoal.
          Portanto é imprescindível que as pessoas saibam sobre as frequências produzidas, reproduzidas e emanadas que acabam ressoando e retornando para si. É importante despertar a consciência do maior número de pessoas. Aceite esse ensinamento. Tudo pode mudar a partir da consciência de cada um, uma vez que somos todos um.



A AMANTE. Simplesmente formidável!!!


Temos ouvido falar tanto em conservar os valores familiares que estão deturpados com tantos apelos culturais, no entanto, como estão se comportando os mesmos que criticam toda farra midiática e tecnológica?  Para que possamos refletir sobre os novos tempos e tudo o que se reflete no cotidiano social uma analogia que tem a ver com aquela frase, qualquer semelhança e mera coincidência, entre coisas ou fatos distintos.
Compartilho agora o texto A AMANTE de autor desconhecido que me chegou via whatsapp:
            “Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora novata e, em seguida, a convidou para morar com gente. A estranha aceitou e, pasmem, minha mãe também!
Enquanto eu crescia, na minha mente jovem, ela já tinha um lugar muito especial. Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau, e meu pai me ensinou a obedecer. Mas a estranha era mais forte, nos encantava por horas falando de aventuras e mistérios. Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! O chato é que não podíamos discordar dela. Ela sempre tinha a última palavra!
Foi ela quem levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia a gente rir e chorar. A estranha quase nunca parava de falar, mas o meu pai a amava. Tinha até ciúmes. Mandava a gente ficar em silêncio para poder ouvi-la. Muitas vezes a levava para o quarto e dormia com ela. Minha mãe não gostava, mas aceitava.
Agora me pergunto se minha mãe teria rezado alguma vez para que ela fosse embora. Meu pai dirigia nosso lar com fortes convicções morais, mas a estranha não se sentia obrigada a segui-las. As brigas, os palavrões em nossa família não eram permitidos nem por parte de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, ela usava sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai e minha mãe se ruborizar.
            Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool e fumar, mas ela nos incentivava, dizia que isto nos destacava na sociedade. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência por ela. Muitas vezes a gente a criticava, mas ela não se importava e não ia embora da nossa casa. Mas também a gente era conivente com toda esta situação.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então ela mudou muito, mas ainda continua jovem, prática, bonita e elegante. Está lá em casa, tranquila, esperando que alguém queira escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia, admirá-la. Seu nome?  A chamamos de TELEVISÃO!  Mais conhecida por TV. Agora ela arranjou um marido que se chama Computador, e tiveram um filho que se chama Tablet, e um netinho de nome Celular. A estranha agora tem uma família. E a nossa família? Cada um mais distante do outro”.
Ao ler este texto, olhando ao redor e percebendo a maneira que as pessoas estão se relacionando, não tem como dizer que os avanços tecnológicos não são bem-vindos, pois representam maior acesso ao conhecimento, maior agilidade e conexão com o mundo. Mas como está o convívio familiar? O mundo virtual é mais atrativo que a vida real? Atualmente, mais tempo se gasta no bate-papo em grupos dos mais variados interesses, do que no contato pessoal, que muitas vezes é frio e de pouca duração. Ah, então fico divagando... do que serão preenchidos os novos cérebros humanos? Quais serão as emoções sentidas e expressadas no meio de convívio social? Como serão as próximas gerações?


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Finalmente o decreto de desativação das ADRS foi assinado.


Recapitulando: Em qual momento surgiram essas secretarias espalhadas por todo o Estado? Com qual objetivo elas foram concebidas? Por que são alvos de tantas críticas? Por que promovem descontentamento na população com os gastos efetivos para serem mantidos esses órgãos governamentais?
Para oferecer uma pauta de reflexão, vamos buscar o contexto e configuração do que foi a descentralização governamental idealizada na campanha do candidato Luiz Henrique da Silveira para o governo do Estado de Santa Catarina nas eleições de 2002. Sua bandeira principal o chamado ‘’ plano 15’’, tendo como uma de suas metas lançadas no período, a necessidade de uma forte reestruturação, do governo do estado, que estava concentrado, e ausente do conjunto das regiões mais afastadas.
Com esta bandeira, alegando que o governo era autoritário e reprodutor das velhas práticas politiqueiras de submissão, via permissão de favores, como financiamento, convênios, isenções, o candidato Luiz Henrique derrotou o então governador Esperidião Amin e, além disso, emplacou dois mandatos consecutivos (2003-2006/2007-2010). Pelo visto o discurso foi somente para ganhar as eleições, pois as práticas eleitoreiras se reproduziram por muitos outros mandatos, onde o mesmo partido continuou no comando governamental.
Outro argumento utilizado que Santa Catarina havia se tornado um dos estados campeões nacionais no êxodo rural, causando crise urbana, por conta da ausência de políticas regionais de desenvolvimento agropecuário, ocasionando desemprego, subemprego, favelização, criminalidade. Além do aumento dos gastos do governo e o maior inchaço da máquina administrativa, outros graves problemas precisavam ser enfrentados, tais como a saúde pública e o aumento da criminalidade em certas áreas do estado, com destaque especial à própria Capital e às cidades de São José e Palhoça.
Isso sustentou a reestruturação político-administrativa proposta pelo governo de Luiz Henrique, que se baseou em quatro linhas básicas: a descentralização, a municipalização, a prioridade social e a modernização tecnológica. Ele acreditava que a melhor maneira de se fazer presente em todo o território estadual era operar a descentralização. Foi nesse intuito que o governo procurou redistribuir funções e criar novas secretarias e Conselhos de Desenvolvimento Regionais. Segundo o governo Luiz Henrique, a principal mudança trazida pela descentralização seria a transferência do poder de decisão para os catarinenses, por intermédios da atuação dos Conselhos de Desenvolvimento Regional.
No entanto, com o passar dos anos essas secretarias passaram a abrigar centenas de pessoas, como se fosse um “cabidão” de empregos de cargos comissionados e desvio de cargos efetivos de suas funções. Diante da situação em que se encontravam tais secretarias, foram alvo de muitas críticas. Com isso uma ação paliativa por parte do governo transformou as secretarias em ADRs, e mais recentemente, algumas foram extintas. Porém ainda há muito descaso com o dinheiro público e muitos desafios financeiros a serem enfrentados. Quais serão as novas ações do próximo governo? O que teremos de novidade na administração da máquina pública? A velha prática política da velha política será suplantada e extinta?
            Para complementar esse texto, hoje temos a notícia que finalmente o decreto de desativação das ADRS foi assinado e deve ser publicado nos próximos dias. Segundo o site de notícias do Estado, o processo faz parte da reforma administrativa do governo Moisés e Daniela, foi encaminhado para a análise da Procuradoria do Geral do Estado. Este decreto visa racionalizar os recursos públicos com a redução de estrutura e cargos comissionados, integrando, desse modo, o pacote de medidas para equilibrar as finanças. E nas palavras do novo governador, “A medida reforça o nosso compromisso em diminuir o tamanho da máquina pública, que precisa entregar serviço de melhor qualidade ao cidadão”.
            Felizmente o Estado pode contar com pessoas realmente comprometidas com suas funções de servidores públicos. É com essas pessoas conscientes, dedicadas e responsáveis que Santa Catarina pode vislumbrar um futuro promissor. Que os comandantes deste processo sejam perseverantes e comprometidos antes de tudo com toda população que merece receber serviços públicos de qualidade.

Pureza e coerência


Cada um pode se engrandecer com humildade. Em vários momentos nos deparamos com atitudes de pessoas egoístas e orgulhosas. Não se pode mudar o outro. Podemos mudar a nós mesmos buscando pureza e coerência nas nossas vidas. Esse tema está no livro o Meta humano de Horácio Frazão. Vou reproduzir para oferecer ao leitor uma reflexão com base no que o autor expõe.
Exemplificando, o autor traz como uma das melhores referências, o laser, por ser uma luz pura, já que possui apenas uma única frequência. As luzes convencionais são compostas de várias frequências sendo emitidas ao mesmo tempo. Associa-se pureza à força: quanto mais puro, maior é a capacidade de afetar, ou de influenciar. Na física, dá-se outro nome para o laser: luz coerente ou luz de alta coerência. Quando se fala de luz coerente, trata-se de uma luz pura, que não tem variações em sua frequência, sendo, portanto, uma luz com alto poder de influência ou de efeito. Graças a essa coerência, um feixe de raio laser consegue, por exemplo, se deslocar por quilômetros e atravessar materiais praticamente impenetráveis. Esta palavra, coerência, é essencial para o processo do meta-humano.
Se transpuséssemos essa analogia para a escala humana, quanto maior a pureza (ou a coerência do ser), maior seria seu poder de alcance e de influência. Vamos aqui soltar e desvencilhar-se da ideia piegas e pueril da pureza associada à inocência – quando se fala de pureza, se pensa em criança, por conseguinte, ligando-a à noção de inocência, e não tem nada a ver uma coisa com a outra. Nocência é um termo que designa noção da realidade; logo, inocência vem de não se ter esta noção. Assim, uma criança pode ser inocente por ainda não ter noção de muitas coisas, e também pura por ainda não ter sido “contaminada” por tantas outras, mas o ser que eclodiu na pureza não é inocente, mas justamente o contrário, já que está imerso em consciência e lucidez.
Quando Jesus colocava: “Se você não for puro como esta criança, jamais entrará no reino dos céus”, as pessoas pensaram que ele estava falando de inocência, mas ele falava de coerência, da mesma propriedade de um laser. Então, pureza está relacionada com a sua disposição de não se misturar, no sentido de não assumir aquilo que não é parte do que você realmente é, não assumir o processo do outro, seus pensamentos, sonhos e medos, não assimilar absolutamente nada do que está fora.
            Vivemos muito no processo de assimilar, estamos o tempo todo assimilando, perdendo a pureza, a coerência. E é impressionante que, no momento em que você atinge a pureza, a sua consciência se transforma numa espécie de laser, fica altamente focalizada e com um alcance praticamente infinito, capaz, por exemplo, de colapsar a onda quase que instantaneamente.
Ser puro, portanto, está relacionado com perceber o outro, a realidade, mas não assumir aquilo dentro de você. Por não entenderem bem isso, alguns podem achar que é ser indiferente, alienado, mas na verdade é ser desidentificado. E esse processo começa por nos desidentificarmos com nós mesmos e, por consequência, com os outros e com as coisas. Os pensamentos estão lá, mas você não se mistura a eles, é como água e óleo, estão lado a lado, mas não se mesclam; você olha, lida e se relaciona com o outro, mas não se perde nele.
Quando você se desidentifica com sua própria mente, com seus próprios pensamentos, consequentemente não se identifica com mais ninguém, pois os outros são espelhos psíquicos; então, ao se desidentificar com sua mente, não há mais como se identificar com o que está fora.
É importante desenvolver, aos poucos, essa experiência do estado puro, sem, no entanto, entrar na indiferença. O limite entre elas é uma linha tênue. Pode acontecer de alguém acreditar realmente que despertou e se colocar como uma pessoa iluminada, mas o que houve foi que, por tanta ansiedade de querer despertar, ela praticamente provocou um processo de auto hipnose, onde dissociou a percepção do sentir como se o bloqueasse, o anestesiasse.
A sensação de falsa paz que ela tem é apenas a leitura de não ser capaz de sentir nada, e de julgar essa morbidez do sentir como paz. Ela congelou sua sensibilidade para se convencer de que está desperto. Há pessoas, até conhecidas, com um mundo de seguidores, que se colocam como iluminadas, mas ao olhar para a energia delas, vê-se que têm ainda aspectos emocionais básicos a serem resolvidos, estão longe de alguém amadurecido espiritualmente.

Em 2019, oremos e vigiemos, somos todos um e todos responsáveis.



Certamente 2018 foi um daqueles anos cheios de fortes emoções e cheios de esperança nas mudanças que todos nós brasileiros esperamos na mudança de nossos governantes. Esta é a primeira edição de 2019 então vamos respirar ainda mais fundo, fazer uma oração, entoar um mantra e passar a entender o que exatamente precisamos compartilhar com nossos leitores neste ano e que seja tudo o que merecemos.
Se temos alguns desafios a superar vamos buscar a solução olhando para dentro e expandindo nossa percepção com os olhos do amor e da alegria. Somos plenos, somos únicos e quando nos dermos conta de somos responsáveis por nossas ações, decisões e escolhas nossa vibração pode ser alterada para que tudo de melhor aconteça em nossas vidas.
Estamos nesse mundo para nos tornarmos pessoas melhores. O que os outros pensam a nosso respeito só pertence a eles, os sentimentos que emanam só pertencem aos outros. Quando vibramos na frequência do amor e da alegria estaremos blindados contra qualquer vibração negativa. Por que Jesus disse: vigiai e orai? Importante é entender que vigiar significa reconhecer nossas próprias fraquezas, para evitar situações perigosas e criar soluções para si mesmos. Cada um tem suas fraquezas da carne, para cada um a solução é diferente. Por isso observar-se e autoconhecer-se para sentirmos o que nos provoca tentação. 
E Jesus nos ensinou a orar para nos ajudar a vencer as tentações (Mateus 6:13). Na Bíblia encontramos várias dicas da importância da oração. A oração do justo é muito poderosa (Tiago 5:16). Quando oramos Deus responde! A resposta é sempre sim. Deus ouve e nos dá a resposta que está presente em nossos pensamentos, sentimentos e emoções, são parte do nosso campo vibracional e somos totalmente responsáveis por eles.
Precisamos entender que a oração nos coloca em sintonia com Deus – quando oramos para que a vontade de Deus seja feita e começarmos a ver as coisas como Deus vê – Mateus 6:9-10. Quando confessamos nossos pecados e perdoamos outras pessoas diante de Deus, Ele nos perdoa e liberta da culpa do pecado – 1 João 1:9. Podemos sentir a cura na oração de fé de quem está doente, a nível físico, emocional e espiritual, segundo a vontade de Deus.
Podemos nos sentir fortes ao orar e ter comunhão com Deus para enfrentar todos os desafios. Jesus encontrou força para enfrentar a cruz quando orou e confiou no poder de Deus que é maior que todos os inimigos, e o libertou das pessoas do poder do pecado e da destruição e salvou vidas com todos esses ensinamentos propagados ao longo de toda história da humanidade cristã.
Se somos todos um e todos responsáveis, oremos e vigiemos nossos pensamentos, sentimentos e emoções, para que nosso campo vibracional se expanda e esteja conectado com as mesmas frequências de paz e amor em amplitude planetária e universal promovendo uma mudança gigantesca nas consciências que habitam o planeta Terra.
Desejo um ano de muita luz e bênçãos divinas para que sua alma sorria diariamente, que sua criança interior lhe chame para brincar em todas as situações vividas e que seus sonhos sejam sonhados, materializados e que lhe oportunizem as melhores experiências.

Será que os educadores aprenderam a lição para educar uma criança?

Será que uma única criança passa pela escola sem ser deformada por ela? O que é possível pensar sobre a da educação no Brasil? Será que há falta de verbas e recursos materiais? Será que a condição de indigência dos professores resulta no mau aproveitamento dos alunos? Será que se houvesse mais dinheiro a educação ficaria melhor? Os alunos aprenderiam mais e os professores seriam mais felizes?
Rubem Alves dizia que “Educação não se faz com dinheiro. Se faz com inteligência e que coisas lindas acontecem pelo Brasil afora, no campo da educação”. Assim como ele, acredito que em despeito a coisas ruins e andando na direção contrária, há professores que amam os seus alunos e sentem prazer em ensinar. E que não existe coisa mais importante na vida das pessoas quanto o acesso ao conhecimento e à educação.
Num país que se diz democrático, a democracia só se fará plena se o povo for educado. Povo educado não significa ter certificados de cursos do ensino médio, ou profissionalizante, ou diploma superior, mas sim, ter a capacidade de pensar. Os diplomas são atestados, daqueles que os portam, de um certo tipo de conhecimento. E algum tipo de conhecimento não significa que sabe pensar. São somente arquivos cheios de informações, as quais atualmente são facilmente acessadas na “nuvem”, na rede.
Há inúmeros artigos depositados em bibliotecas eletrônicas. As universidades são avaliadas pela quantidade de artigos científicos publicados nas mais diversas revistas nacionais e internacionais em línguas estrangeiras. Há uma reprodução sistemática dos temas visando maior quantidade de artigos, pois não há critérios que avaliem as universidades por sua capacidade de fazer o povo pensar. De que adianta uma quantidade de artigos publicados, porém restrito clube internacional de cientistas?
Enquanto se consolidam as rotinas, e as repetições, o pensamento paralisa. Devemos voltar lá no pensamento grego, eles sabiam que o conhecimento só se inicia quando o familiar deixa de ser familiar; quando nos espantamos diante dele; quando ele se transforma num enigma. E Hegel diz "O que é conhecido com familiaridade, não é conhecido pelo simples fato de ser familiar".
Rubem Alves, acrescenta que toda a atividade humana é um esforço para construir casas. Casas são o espaço conhecido e protegido onde a vida tem maiores condições de sobreviver. Espaço familiar. Piaget sugeriu que o corpo deseja transformar o espaço que o rodeia numa extensão de si mesmo. Esse espaço, extensão do corpo, é a nossa casa.
Da necessidade de construir uma casa surge a ciência dos materiais, a física mecânica, a hidráulica, o conhecimento e o domínio do fogo. Da necessidade de comer surgem as ciências das hortas e da agricultura. Da necessidade estética de beleza surge a ciência da jardinagem. Da necessidade de viajar para caçar e comerciar surge a ciência dos mapas, a geografia. Da necessidade de navegar surge a astronomia. E assim vai o corpo, expandindo-se cada vez mais, para que o espaço desconhecido e inimigo ao seu redor se transforme em espaço conhecido e amigo. Até mesmo o universo.
Com isso, a primeira lição para os educadores que Rubem Alves propõe é de não ensinar as crianças, mas sim aprender delas. Na vida de uma criança a gente vê o pensamento nascendo - antes mesmo da gente querer fazer qualquer coisa.

Fim de ano letivo... quem observa, impossível não refletir!


Construímo-nos na sociedade, no relacionamento interpessoal e conosco mesmos. Cada um em sua atuação profissional tem sua conduta e sua percepção. Uns são mais racionais, outros mais sensíveis, uns são mais conformados, outros mais dedicados, uns são mais complicados, outros mais comprometidos, uns são mais abusados, outros mais amedrontados, uns são mais agradáveis, outros mais irritantes.  Mas todos não são e se comportam da mesma maneira o tempo todo. Há momentos de lucidez e de alegria de conviver em paz no grupo, nas comunidades as quais há um pertencimento natural e os ciclos acontecem também naturalmente.
          A cada final de ciclo, como por exemplo, o fim do ano letivo, automaticamente entro em auto-observação e observação da minha atividade profissional como educadora e professora de geografia com as turmas e estudantes que conviveram durante o período escolar. Quanta riqueza em cada uma dessas vidas que temos o privilégio de trocar aprendizados.  São trocas energéticas, são compartilhamentos de emoções, são pensamentos criativos e muito resultado positivo. Nem todas as práticas concebidas atingem o que é esperado, mas o resultado é surpreendente, mesmo que muitas vezes não apareça, mas transparece em pequenas atitudes, em pequenos avanços que futuramente poderão serão expandidos por intermédio das sementes que plantamos.
          Muitos desafios podem aparecer no cotidiano escolar, e muitas vezes tendemos em esperar que a solução venha de outras pessoas, que nossos obstáculos sejam transpostos por elas ou que elas nos forneçam aquilo que falta em nós mesmos. O espírito de trabalho solidário, em conjunto, deveria ser uma constante diária, cada qual com suas qualidades e habilidades humanas colocadas em evidencia pelo desenvolvimento integral e pleno de realização.
         No entanto, às vezes inconscientemente, a dependência se instala em nós com muita sutileza, e quando percebemos já estamos nesse ciclo vicioso de depender do outro para vivermos bem e felizes. O que devemos entender é que depender de outra pessoa nunca nos trará uma felicidade completa. Outras pessoas estão inseridas em suas próprias experiências o os seus direcionamentos são seus. Encontrar o propósito de vida e libertar-nos da dependência de outras pessoas é a melhor coisa que podemos fazer por nós mesmos. Quando isso acontece, aprendemos a confiar mais em nós e alcançamos a paz de não viver de expectativas.
         Esse relacionamento pessoal, íntimo e de descoberta incríveis de nós mesmos, nos torna pessoas mais verdadeiras, fortes, honestos e autênticas. Quando nos permitimos viver por nós mesmos nossa vida flui naturalmente e nos surpreende com tantos momentos de contentamento. Por isso não podemos nos limitar por conta do que as outras pessoas pensam, agem e sentem. Isso só pertence a elas e cada um é responsável por sua própria felicidade. Colocar nossa vida nas mãos do outro significa falta de auto amor, de auto respeito e de autoconhecimento.
      Precisamos esperar menos das atitudes das pessoas, começarmos a nos responsabilizar pelas nossas, com liberdade para criar as vidas que realmente desejamos viver e criarmos um ambiente mais positivo ao nosso redor, elevando nossas vibrações para as frequências de amor incondicional, alegria e paz. Nestas frequências deixamos de criar muitas expectativas por coisas que nos sabotam, e que muitas vezes passamos mais tempo pensando no que outro está fazendo do que em nós mesmos.           Precisamos nos colocar em primeiro lugar para termos a possibilidade de guiarmos nossas vidas de maneira que nos tornemos mais felizes, e para que estejamos cientes de que as respostas estão dentro de cada um e que todos são seres extraordinários, capazes de viverem plenamente a experiência terrena.

Penso, logo existo?

  Penso, Logo Existo? (LAPIDAR O SER – 1998) Penso, logo existo? Existo? Então preciso pensar E produzir.   Bons pensamentos Perduram, Os ma...